Johnny Rutherford, com uma McLaren na Indy 500, e Graham Rahal
Johnny Rutherford, com uma McLaren na Indy 500, e Graham Rahal

Uma das grandes expectativas para os treinos de pré-temporada da F1 era saber o layout da McLaren em 2015. Afinal, com a equipe inglesa trocando a Mercedes pela Honda como fornecedora de motores, havia espaço para inovar.

Uma das opções preferidas pelos fãs era o time voltar a ter um carro totalmente laranja, como era na época de Bruce McLaren. A cor ainda chegou a ser usada algumas vezes na última década, mas apenas nos testes coletivos de inverno.

Dessa vez, porém, a McLaren decepcionou os torcedores mais saudosistas e apareceu para os testes na Espanha novamente com o carro em preto e prata, com apenas um novo detalhe em vermelho.

Mas a história foi um pouco diferente do outro lado do Oceano Atlântico. Enquanto as equipes da Indy se preparam para a primeira corrida de 2015, a Rahal chamou a atenção com um novo layout. Após perder o patrocínio da Guarda Nacional, a equipe apareceu com um carro em laranja e azul para os treinos.

O time, em momento algum, escondeu que a inspiração foi mesmo os carros antigos da McLaren.

A estratégia, na verdade, é parecida para as duas escuderias. Bruce McLaren escolheu pintar o carro de laranja para que ele tivesse destaque natural nas corridas, mesmo que não estivesse nas primeiras posições.

A Rahal, por sua vez, precisa de um novo patrocinador e resolveu apostar na mesma tática, ao menos por enquanto.

Essa, aliás, não é a primeira vez que Graham Rahal pilota um carro com esse layout. Quando ainda disputava a Pro Mazda, o bólido carregava as mesmas cores.

No entanto, assim como aconteceu com a McLaren, a Rahal já descartou correr de laranja em 2015. O chefe do time, Bobby Rahal, disse que dúvida que os patrocinadores vão querer um carro nessas cores.