Agenda da velocidade 2015 (25)

Publicado agosto 28, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: World of Motorsport

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Juan Pablo Montoya pode conqusitar o bi da Indy neste fim de semana

Juan Pablo Montoya pode conqusitar o bi da Indy neste fim de semana

Você já sabe, mas não custa lembrar: conforme as sessões do fim de semana forem acontecendo, eu vou atualizar este post com os resultados. Daí é só você voltar ao World of Motorsport, clicar nos links na cor laranja ali embaixo e saber de tudo o que aconteceu. Além disso, vale aqui o horário de Brasília.

Agenda do fim de semana:

Sexta-feira, 28 de agosto:
5h30 – F4 Alemã – Sachsenring – treino livre 1
7h35 – F4 Alemã – treino livre 2
8h20 – DTM – Moscou – treino livre 1
9h40 – F3 Brasil – Cascavel – treino livre 1
10h35 – F4 Alemã – grid de largada
11h45 – F4 Francesa – Nevers Magny-Cours –grid de largada
14h00 – Stock Car – Cascavel – treino livre 1
15h40 – F3 Brasil – treino livre 2
18h30 – Indy – Sonoma – treino livre 1
23h45 – F4 Japonesa – Suzuka – grid de largada 1
23h45 – F4 Japonesa – grid de largada 2

Sábado, 29 de agosto:
2h30 – Super GT – Suzuka – grid de largada
3h00 – DTM – treino livre 2
4h30 – F4 Japonesa – corrida 1
5h20 – DTM – grid de largada 1
5h25 – F4 Francesa – corrida 1
7h00 – F4 Alemã – corrida 1
8h00 – Stock Car – treino livre 2
8h50 – DTM – corrida 1
9h00 – WEC – 6 Horas de Nurburgring – grid de largada
10h15 – F3 Brasil – grid de largada
10h45 – F4 Alemã – corrida 2
11h20 – F4 Francesa – corrida 2
12h00 – Stock Car – grid de largada
13h15 – Nascar Xfinity – Road America – classificação/chuva
14h25 – F3 Brasil – corrida 1
14h40 – Nascar East – Virginia – grid de largada
14h45 – Indy – treino livre 2
15h15 – Brasileiro de Turismo – Cascavel – grid de largada
16h18 – Nascar Xfinity – corrida
16h30 – Pirelli World Challenge – Sonoma – classificação
17h35 – Nascar East – corrida
18h45 – Nascar Truck Series – Mosport – grid de largada
19h05 – Indy – grid de largada
20h15 – F4 Japonesa – corrida 2
20h50 – Pirelli World Challenge – corrida 1

Domingo, 30 de agosto:
0h30 – Super GT – corrida
4h55 – F4 Francesa – corrida 3
5h45 – DTM – classificação 2
8h00 – WEC – 6 Horas de Nurburgring – corrida
8h30 – DTM – corrida 2 – Bandsports?
9h00 – F3 Brasil – corrida 2
11h15 – F4 Alemã – corrida 3
11h25 – Brasileiro de Turismo – corrida
13h10 – Stock Car – corrida 1
14h25 – Stock Car – corrida 2
14h41 – Nascar Truck Series – corrida
14h55 – Pirelli World Challenge – corrida 2
18h07 – Indy – corrida – season finale

Questão de karma

Publicado agosto 29, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: DTM

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Pascal Wehrlein fez a Audi passar vegonha neste sábado

Pascal Wehrlein fez a Audi passar vegonha neste sábado

Nada como um fim de semana depois do outro no DTM. Da última vez que foi à pista, no começo do mês de agosto, no Red Bull Ring, a categoria ficou marcada pela ordem da Audi a Timo Scheider para que tirasse Robert Wickens da prova.

Em um primeiro momento, a manobra deu certo. O bicampeão do DTM não só empurrou o carro do canadense, mas, de quebra, também acabou acertando Pascal Wehrlein, então líder do campeonato. Assim, as duas Mercedes deram adeus à disputa.

Só que a comunicação entre pilotos e equipes é monitorada na categoria alemã. Quando a ordem da Audi foi descoberta, Scheider não só foi excluído da segunda corrida da etapa austríaca mas também proibido de correr neste fim de semana na Rússia.

A Audi ainda perdeu os pontos obtidos naquela prova e viu o chefão, Dr. Wolfgang Ulrich, quem efetivamente deu a ordem, ser banido da categoria até o fim da temporada 2015.

Para piorar, a ironia da vida se fez presente neste fim de semana, na sexta etapa do campeonato. Sem Scheider para atrapalhar, a vitória em Moscou ficou justamente com Wehrlein, que venceu um bom duelo com o atual campeão, Marco Wittmann, da BMW.

A Audi também não teve motivos para comemorar. Além da suspensão de Scheider, a montadora de Ingolstadt ainda viu Mattias Ekström abandonar, após causar um acidente besta com Timo Glock, permitindo que Wehrlein retomasse a liderança do campeonato.

Um pesadelo e tanto, portanto, para quem tentou levar a melhor de todas as formas há algumas semanas.

Você pode clicar aqui para ver os resultados completos do DTM na Rússia, assim como os das principais categorias do automobilismo mundial

O retorno do Red Dragon

Publicado agosto 27, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: Outras Categorias

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O Hyundai Red Dragon

O Hyundai Red Dragon

A equipe Gainsco/Bob Stallings está de volta ao automobilismo.

A tradicional esquadra americana vai disputar a etapa de Sonoma da Pirelli World Challenge, marcada para este fim de semana, como preliminar na Indy. Com a mesma cor vermelha e o número 99 de sempre, o chamado Red Dragon será representado por um Hyundai na divisão GTS.

O piloto para essa corrida será o americano Jeff Harrison, que substitui Jon Fogarty na escuderia. É que o veterano americano, que retornará à Gainsco na rodada de Laguna Seca, está na Europa para participar das 6 Horas de Nurburgring, do WEC.

O time de Bob Stallings estava longe das competições desde as 24 Horas de Daytona do ano passado, quando abandonou a disputa após o grave acidente sofrido por Memo Gidley, em um Corvete DP.

Gidley, em alta velocidade, acertou a Ferrari de Marco Malucelli, que estava parada na pista. O piloto foi levado para o hospital com diversas fraturas, mas se recuperou. O time, no entanto, abandonou as competições desde então.

A Gainsco/Bob Stallings é mais uma importante equipe que deixa a United Sportscar e passa a se dedicar à PWC, o campeonato de GT norte-americano. Outra esquadra tradicional, a Flying Lizard fez o mesmo no começo do ano.

Precisamos falar sobre capotas nos carros

Publicado agosto 26, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: Indy

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Está na hora de os carros passarem a ter um visual futurista e serem mais seguros

Está na hora de os carros passarem a ter um visual futurista e serem mais seguros

O acidente que resultou na morte de Justin Wilson na etapa da Indy em Pocono, quando um pedaço do carro de Sage Karam acertou a cabeça do piloto inglês, trouxe uma velha discussão à tona: está na hora de cobrir o cockpit dos carros?

Um dos principais argumentos de quem defende manter o equipamento como está ou colocar apenas uma pequena proteção na frente é que a capota descaracterizaria os carros atuais.

Para eles, a proteção também deixaria mais difícil identificar quem é o piloto que está dirigindo.

No entanto, a grande questão é se estamos dispostos a ter essa conversa novamente. Ou seja, se precisamos esperar o próximo piloto ser acertado na cabeça por detritos para que as capotas sejam colocadas nos carros.

Afinal, se os carros não forem totalmente cobertos, sempre haverá o risco, ainda que mínimo, de um acidente desses se repetir.

É claro que todo acidente grave ou fatal é provocado por inúmeros fatores que estão fora do controle dos pilotos e dos organizadores. Mas a batida de Wilson é a terceira de grandes proporções em cinco anos na categoria.

Antes, Dan Wheldon morreu por acertar a cabeça em um poste de sustentação da grade no big one no oval de Las Vegas, em 2011, e Dario Franchitti foi obrigado a encerrar a carreira dois anos depois em uma batida similar em Houston.

Fora a morte de Jules Bianchi, na F1, quando o piloto bateu com a cabeça em um guindaste que recolhia o carro acidentado de Adrian Sutil.

Assim, podemos colocar enfim a capota nos carros ou é preciso esperar para ver quem será o próximo dessa lista?

Justin Wilson (1978 – 2015)

Publicado agosto 24, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: Indy

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Justin Wilson morreu na etapa de Pocono da Indy

Justin Wilson morreu na etapa de Pocono da Indy

Só havia uma coisa maior que a altura em Justin Wilson, sua humildade.

Difícil encontrar um piloto que estivesse mais disposto e de bom humor para atender fãs, imprensa e colegas que este gigante de 1,93 m.

Aliás, foi justamente o tamanho que o fez mudar da F1 para os Estados Unidos. Tendo competido por Minardi e Jaguar, Wilson sabia que a altura do piloto era cada vez mais um obstáculo para as equipes na hora de construir um carro.

Como nos EUA havia uma única empresa fornecendo os equipamentos, ele fechou com a Conquest para disputar a ChampCar e depois acabou pinçado pela RuSport. Foram dois vices – sempre atrás de Sébastien Bourdais – e um terceiro lugar nas quatro temporadas.

A grande chance veio em 2008. Quando Bourdais deixou a Newman/Haas para competir pela Toro Rosso na F1, Wilson foi escolhido para substituí-lo.

O problema é que a fusão entre Champ Car e Indy aconteceu apenas alguns meses depois. E a Newman/Haas, de grande potência, se tornou apenas mais um time no meio do pelotão.

Mas ainda bem que uma das maiores qualidades de Wilson era vencer com qualquer equipamento, não importando a equipe para qual competia.

Pela Newman/Haas, no ano de estreia, triunfou em Detroit. Depois ganhou mais duas vezes pela fraca Dale Coyne, uma das piores escuderias do grid, onde ficou por quatro temporadas. Nesse tempo, não se importou com o glamour e trabalhou duro para ser um dos poucos pilotos a conseguir superar vez ou outra o trio formado por Penske, Ganassi e Andretti.

A chance de correr por uma grande veio apenas neste ano, com um acordo para disputar sete provas com a Andretti. Conquistou um segundo lugar em Mid-Ohio, na quinta aparição pelo time, e morreu na sexta prova, acertado na cabeça por um pedaço do carro de Sage Karam.

Se a altura e a humildade de Wilson eram conhecidos, jamais saberemos o tamanho do sucesso que poderia ter caso as boas oportunidades tivessem vindo no momento correto.

Green-White-Checker na GP3

Publicado agosto 22, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: GP3

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Demorou para Esteban Ocon receber a bandeira quadriculada na primeira bateria da GP3

Demorou para Esteban Ocon receber a bandeira quadriculada na primeira bateria da GP3

A GP3 teve um dia de Nascar neste sábado, dia 22, na Bélgica.

A primeira bateria da categoria foi marcada pelas diversas intervenções do virtual safety-car. A última delas aconteceu faltando menos de cinco minutos para o fim, devido ao acidente entre os pilotos Matheò Tuscher e Sandy Stuvik.

Como a pista foi liberada restando apenas alguns segundos para o tempo se esgotar, nem mesmo os pilotos esperavam uma nova relargada, e a tendência era que a disputa terminasse ainda em bandeira amarela.

Assim, alguns competidores foram pegos de surpresa com a bandeira verde. Líder do campeonato, Luca Ghiotto, que ocupava a segunda colocação, não tracionou a tempo e foi superado por Emil Bernstorff.

Já o líder Esteban Ocon não teve o mesmo problema. O francês manteve o ritmo, completou a volta em bandeira verde sem problemas e apontou na reta para receber a bandeira quadriculada com o tempo já esgotado. O problema é que ela não foi acenada, obrigando os competidores a darem ainda mais um giro pelo longo traçado belga.

Ocon, no fim, completou a volta extra e, enfim, recebeu a bandeirada na frente. Como a corrida teve praticamente dois giros a mais, lembrou a prorrogação da Nascar, chamada de Green-White-Checker, em que a categoria norte-americana estende a prova em duas voltas para que não termine atrás do safety-car.

No entanto, Ocon foi punido com o acréscimo de cinco segundos no seu tempo de prova por ter sido flagrado acima do limite de velocidade durante o virtual safety-car. Assim, Bernstorff herdou a vitória.

Caso as regras da Nascar tivessem sido aplicadas também nesse momento, Ocon teria sido mantido como vencedor após a punição, embora acabasse perdendo pontos no campeonato.

Como o regulamento da GP3 determina o acréscimo no tempo e, consequentemente, as mudanças de posições, Ocon caiu para vice-liderança, acumulando o quarto dos cinco segundos lugares consecutivos na categoria.

Evidentemente, após a prova deste domingo, ele também ocupa a segunda colocação na tabela, 28 pontos atrás de Ghiotto. A próxima etapa da GP3 acontece nos dias 5 e 6 de setembro, em Monza.

Você pode clicar aqui para ver os resultados completos da GP3 na Bélgica, assim como os das principais categorias do automobilismo mundial neste fim de semana.

A saída da equipe de Michael Waltrip da Nascar

Publicado agosto 21, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: Nascar

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A rodada proposital de Clint Bowyer começou a decadência da equipe de Michael Waltrip

A rodada proposital de Clint Bowyer começou a decadência da equipe de Michael Waltrip

A equipe de Michael Waltrip agitou o geralmente pouco movimentado mercado de pilotos da Nascar ao anunciar nesta semana que está fechando as portas.

O motivo de encerrar as operações foi não conseguir patrocínio para ter um time competitivo em 2016 e ainda ter perdido Robert Kauffman, o principal investidor, que negocia comprar parte da Ganassi.

Apesar de o fechamento de uma equipe sempre significar o enfraquecimento do grid, a saída da Waltrip não deve ser tão lamentada.

Afinal, estamos falando do mesmo time que no primeiro ano competindo de forma integral na categoria pela Toyota, em 2007, precisou usar um aditivo no combustível (que foi apelidado de combustível de foguete) – proibido pelas regras – para tentar se classificar para a Daytona 500.

Depois de anos amargando altos e baixos, a escuderia conseguiu levar Clint Bowyer ao vice-campeonato de 2012, mas, a partir daí, entrou em uma espiral decrescente e voltou a fazer de tudo para alcançar os objetivos.

Tudo, incluindo pedir para Bowyer rodar propositalmente na etapa de Richmond, que definia os classificados ao Chase do ano seguinte, para ajudar o companheiro de equipe Martin Truex Jr a ganhar posições e ficar entre os 12 primeiros da tabela de pontos.

A tática em um primeiro momento deu certo, e Truex chegou ao Chase. No entanto, quando a Nascar descobriu o que havia acontecido, o piloto foi punido e retirado dos playoffs, e a equipe de Waltrip teve apenas Bowyer na fase decisiva.

Como resultado, o time perdeu a Napa, seu principal patrocinador, e o próprio Truex foi obrigado a mudar de equipe para seguir na categoria.

Diminuir de três para dois carros enfraqueceu a Waltrip, que também não disputou o Chase em 2014. Foram, portanto dois anos seguidos sem premiações extras por desempenho, fundamentais para o modelo de negócios do time, que contava com essa grana para ter o orçamento necessário para bater de frente com gigantes como Hendrick, Joe Gibbs e Penske.

Assim, com apenas Bowyer com patrocínio garantido para 2016, a escolha da escuderia foi fechar as portas. Enquanto a saída da Waltrip significa um time a menos nas competições, também é uma maneira de mostrar que quem burla o espírito esportivo não tem vida longa.

Agenda da velocidade 2015 (24)

Publicado agosto 20, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: World of Motorsport

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A F1 volta às pistas depois de uma longa férias de verão

A F1 volta às pistas depois de uma longa férias de verão

Você já sabe, mas não custa lembrar: conforme as sessões do fim de semana forem acontecendo, eu vou atualizar este post com os resultados. Daí é só você voltar ao World of Motorsport, clicar nos links na cor laranja ali embaixo e saber de tudo o que aconteceu. Além disso, vale aqui o horário de Brasília.

Agenda do fim de semana:

Quarta-feira, 19 de agosto:
17h45 – Nascar Truck Series – Bristol – grid de largada
21h46 – Nascar Truck Series – corrida

Sexta-feira, 21 de agosto:
5h00 – F1 – GP da Bélgica – treino livre 1
7h00 – GP2 – Spa-Francorchamps – treino livre
9h00 – F1 – treino livre 2
10h55 – GP2 – grid de largada
11h45 – GP3 – Spa-Francorchamps – treino livre
12h50 – Porsche Supercup – Spa-Francorchamps – treino livre
16h45 – Nascar Xfinity – Bristol – grid de largada
18h45 – Nascar – Bristol – grid de largada
20h44 – Nascar Xfinity – corrida
22h40 – V8 Supercars – Eastern Creek – grid de largada 1
23h05 – V8 Supercars – grid de largada 2

Sábado, 22 de agosto:
1h15 – Super Formula – Motegi – grid de largada
1h25 – V8 Supercars – corrida 1
3h35 – V8 Supercars – corrida 2
4h45 – GP3 – grid de largada
5h00 – F4 MSA – Knockhill – grid de largada
6h00 – F1 – treino livre 3
6h40 – F4 Inglesa – Snetterton – grid de largada
7h25 – Porsche Supercup – grid de largada
9h00 – F1 – grid de largada
10h15 – F4 Inglesa – corrida 1
10h30 – Indy – Pocono – treino livre 1
10h40 – GP2 – corrida 1
11h05 – BTCC – Knockhill – grid de largada
11h50 – F4 MSA – corrida 1
12h15 – GP3 – corrida 1
12h35 – Pirelli World Challenge – Miller – grid de largada
13h25 – Porsche Supercup – corrida 1
15h00 – Indy – grid de largada
15h45 – Pirelli World Challenge – corrida 1
17h40 – United Sportscar – Virginia – grid de largada
18h30 – Indy – treino livre 2
20h43 – Nascar – corrida
22h45 – V8 Supercars – grid de largada 3

Domingo, 23 de agosto:
1h00 – V8 Supercars – corrida 3
3h00 – Super Formula – corrida
4h25 – GP3 – corrida 2
5h35 – GP2 – corrida 2
6h25 – F4 MSA – corrida 2
6h35 – F4 Inglesa – corrida 2
6h45 – Porsche Supercup – corrida 2
7h45 – BTCC – corrida 1
9h00 – F1 – GP da Bélgica – corrida
10h17 – BTCC – corrida 2
11h05 – F4 Inglesa – corrida 3
12h25 – F4 MSA – corrida 3
13h07 – BTCC – corrida 3
14h05 – United Sportscar – corrida
15h00 – Pirelli World Challenge – corrida 2
15h37 – Indy – corrida

Kimi Raikkonen na Ferrari em 2016

Publicado agosto 19, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 1

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Kimi Raikkonen segue na Ferrari em 2016

Kimi Raikkonen segue na Ferrari em 2016

A Ferrari anunciou nesta quarta-feira, dia 19, a renovação do contrato de Kimi Raikkonen para a temporada 2016 da F1. A decisão do time italiano não deixa de ser supreendente, uma vez que outro finlandês, Valtteri Bottas, era especulado para a vaga.

A escolha por Raikkonen, claro, passa pelo fato de o campeão de 2007 estar adaptado à equipe, ser o piloto mais popular do grid e amigo de Sebastian Vettel.

Mas é mais do que isso. Quando uma equipe renova o contrato de um piloto por apenas um ano significa que ela não está prevendo o futuro com ele. É mais uma estratégia de deixar as opções abertas e tentar ficar melhor posicionada no mercado no ano seguinte.

Caso queira substituir Raikkonen para 2017, a Ferrari terá melhores opções. É que os contratos de Bottas, Daniel Ricciardo e Nico Rosberg, com Williams, Red Bull e Mercedes, respectivamente, terminam no fim do ano que vem.

Neste ano, por exemplo, para tirar Bottas da escuderia de Grove, o time de Maranello seria obrigado a pagar a multa rescisória. Mantendo Kimi, é uma forma de economizar algum dinheiro e direcioná-lo para o desenvolvimento do carro.

E o próprio campeão de 2007 vem tendo um desempenho que não deve ser descartado. O segundo lugar no Bahrein e os três quartos lugares (em um ano em que apenas três pilotos subiram ao pódio mais de uma vez) são resultados importantes para qualquer equipe que pensa no Mundial de Construtores.

No fim, pesou para a Ferrari manter a continuidade no desenvolvimento do equipamento, que vem melhorando desde o ano passado, a gastar de forma desnecessária com algum novo piloto que precisaria de tempo para se adaptar ao time italiano.

Para entender o treino de Nelsinho Piquet na Indy

Publicado agosto 16, 2015 por Felipe Giacomelli
Categorias: Indy

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Nelsinho Piquet testou pela Penske em Sonoma

Nelsinho Piquet testou pela Penske em Sonoma

Roger Penske é conhecido por fazer de tudo para ganhar um campeonato.

Quando um de seus pilotos entra na corrida decisiva atrás na tabela e tem uma desvantagem muito grande em termos de pontos, o dirigente não poupa recursos e costuma inscrever carros extras na pista para ocupar espaço e tentar garantir a taça.

Dessa vez, Juan Pablo Montoya está na frente na classificação da Indy, mas o Capitão já começou as manobras para manter o colombiano no primeiro lugar em 2015.

A estratégia começou na última semana, no treino da Indy em Sonoma, palco da última etapa da temporada, no fim do mês de agosto.

De acordo com o regulamento da categoria, as equipes ganham dois dias de testes extras no ano caso seja para um piloto da Indy Lights. Eles podem alternar com um titular, desde que os novatos fiquem no carro na maior parte do tempo.

E o escolhido para guiar o carro de Montoya nessa atividade extra foi Nelsinho Piquet, ex-piloto da F1 e atual campeão da F-E.

Enquanto as demais equipes precisaram se contentar com jovens promissores, Roger Penske aproveitou que o brasileiro havia competido na etapa de Toronto da Lights, quando substituiu Max Chilton, para convidá-lo a andar no carro do colombiano.

Depois, o próprio Montoya retornou ao equipamento para dar continuidade à preparação para a última etapa do ano.

As outras equipes que disputam o título também estiveram em Sonoma. Ed Jones andou no bólido de Graham Rahal, enquanto Scott Dixon viu Sean Rayhall guiar o carro de número 9.

A maior ausência foi Helio Castroneves, que esteve em Indianápolis, testando novos componentes para as 500 Milhas de 2016.


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