O domínio de Pietro Fittipaldi em Brands Hatch

Publicado julho 28, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula Renault

Pietro Fittipaldi venceu mais duas na F-Renault Inglesa

Pietro Fittipaldi venceu mais duas na F-Renault Inglesa

Brands Hatch é um dos circuitos mais difíceis do automobilismo inglês. Por se tratar de um traçado com pouca extensão, desafiador e de alta velocidade, não permite muitas ultrapassagens. Ou seja, ou um piloto é bom mesmo nessa pista, ou ele não terá muitas oportunidades de se recuperar durante uma corrida.

Por isso, é comum de tempos em tempos aparecer algum especialista nesse circuito. Algum piloto que geralmente tem bons resultados nos outros traçados, mas é em Kent que ele sobressai. Só para citar alguns exemplos num passado não muito distante, Max Chilton conquistou a única vitória da carreira na F3 Inglesa nesse autódromo, enquanto Nelsinho Piquet triunfou em cinco das seis provas que disputou no local.

Ainda falando no brasileiro, no tempo em que esteve na Nascar, ele se tornou uma espécie de mentor de Pietro Fittipaldi, ajudando o garoto tanto dentro quanto fora das pistas. Depois disso, Piquet seguiu para o Global Rallycross, enquanto Fittipaldi está na Europa, disputando a F-Renault.

Só que as dicas não devem ter parado mesmo com essa distância. Afinal, nesses dois anos em que está nos monopostos, Pietro encontrou no mesmo Brands Hatch um lugar para ser chamado de favorito.

Entre 2013 e 2014, o neto de Emerson disputou nove provas por lá. Três na temporada regular da F4 Inglesa no ano passado, mais quatro no campeonato de inverno da categoria, além de duas na F-Renault Inglesa neste ano. Os números, similares ao de Piquet, não deixam dúvidas do bom desempenho. Foram três vitórias – a primeira na F4 após trocar a Nascar pelos monopostos e mais duas neste último fim de semana –, um segundo lugar, um terceiro, um quinto, um oitavo e uma volta mais rápida.

As duas conquistas deste fim de semana, aliás, foram parecidas com a varrida em Donington Park. Na primeira bateria, o brasileiro largou na segunda colocação, mas conseguiu ultrapassar o companheiro de equipe Matteo Ferrer ainda na primeira volta para partir para a vitória. Na prova complementar, Pietro saiu na pole e dominou de ponta a ponta. Com isso, agora ele já acumula cinco vitórias seguidas na categoria.

Assim, após três etapas, Fittipaldi soma 238 pontos e detém uma vantagem de 36 para Ferrer. O vencedor de cada corrida marca 32, mas no fim do ano os pilotos podem descartar a rodada em que somaram menos pontos. Ainda faltam três etapas para serem disputadas, com a próxima marcada para os dias 30 e 31 de agosto em Snetterton. A má notícia para Pietro, porém, é que ele não deve mais andar em Brands Hatch se ele deixar o automobilismo inglês e correr no europeu em 2015.

Você pode clicar aqui para ver os resultados de Pietro Fittipaldi pela F-Renault em Brands Hatch, além do que aconteceu nas demais principais categorias.

Veja abaixo um resumo do desempenho do brasileiro no circuito inglês:

Corridas: 9
Vitórias 3 (1 pela F4 Inglesa, 2 na F-Renault Inglesa)
Pódios: 5
Voltas mais rápidas: 1
Pole-position: 1
Abandonos: zero

A F3 que mais cresce no mundo

Publicado julho 27, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 3

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19 carros estiveram na F3 Brasil em Curitiba - foto de bruno terena/vicar

19 carros estiveram na F3 Brasil em Curitiba – foto de bruno terena/vicar

Depois de uma longa pausa para a disputa da Copa do Mundo de futebol, o automobilismo começa a voltar aqui no Brasil. Após a F-Truck ter dado o novo pontapé inicial na semana passada, neste fim de semana foi a vez do Vicar Tour chegar a Curitiba para mais uma etapa do Brasileiro de Marcas, Mercedes Challenge e, claro, da principal categoria do país, a F3 Brasil.

Como houve um intervalo de dois meses entre os rounds de Interlagos e de Curitiba, não seria absurdo imaginar uma diminuição no grid da F3. Esse tempo poderia ter servido para que alguns pilotos – com pouquíssimas chances de título – decidissem abandonar o certame e direcionar o orçamento para outros torneios, já pensando em 2015.

E é verdade que houve mudanças no mercado de pilotos. Arthur Oliveira rompeu com a Hitech, enquanto Artur Fortunato deixou a R&R/Weissach na divisão A para andar com a própria equipe a partir de agora. Na Light, Victor Miranda também saiu da R&R para correr com a Prop Car, enquanto Mauro Auricchio seguiu na escuderia de Rogério Raucci e Sergio Bürger, mas agora na divisão principal.

Só que os carros vagos acabaram ocupados para esta etapa. Na sexta-feira, Gaetano Di Mauro, que compete na F4 Inglesa, fechou com a Hitech – com quem já havia treinado no começo do ano – para substituir Oliveira em Curitiba. Renan Guerra, vencedor em São Paulo, subiu em um bólido da Light da R&R e Francisco Alfaya retornou à Capital. Isso sem falar na volta de Raphael Raucci, recuperado de uma lesão que o deixou de fora da rodada de Interlagos.

Com isso, um impressionante grid de 19 carros acabou formado. A efeito de comparação, a primeira prova em Curitiba da F3 Sudamericana de 2013, realizada entre os dias 24 e 25 de agosto, reuniu dez competidores. O mesmo número de participantes da prova de Interlagos do ano passado, disputada no penúltimo fim de semana de julho.

Gaetano Di Mauro andou pela Hitech - foto de luca bassani

Gaetano Di Mauro andou pela Hitech – foto de luca bassani

Os 19 garotos de Curitiba também é uma marca relevante internacionalmente. Neste fim de semana, quem também foi à pista foi a F3 Inglesa, em Spa-Francorchamps. Tradicionalmente, a etapa belga costuma receber equipes de outros campeonatos – antes a F3 Europeia e agora a F3 Alemã – e já chegou a ter mais de 30 carros na disputa. Dessa vez, porém, somente 14 bólidos passaram pela Eau Rouge em um grid combinado.

A Euroformula Open – antiga F3 Espanhola – enfrentou dias difíceis em Silverstone, nos dias 19 e 20 de julho. Com alguns pilotos com problema para conseguir o visto inglês, o grid da categoria teve somente 16 participantes. É um número bom na verdade, mas muito abaixo dos 30 do ano passado.

Nem mesmo a F3 Euro escapou do encolhimento. No fim de semana da decisão da Copa do Mundo de futebol, a categoria esteve em Moscou para a disputa da sétima etapa de 2014. E apenas 20 pilotos viajaram à capital russa. Como os custos para essa viagem são maiores, é possível que algum time tenha optado por pular essa prova. Mas outras escuderias enfrentaram a rescisão de contratos, como a Fortec (que perdeu Mitchell Gilbert) e a Double R (sem Felipe Guimarães).

Pedro Piquet, pra variar, venceu as duas provas - foto de bruno terena/vicar

Pedro Piquet, pra variar, venceu as duas provas – foto de bruno terena/vicar

Voltando a Curitiba, é verdade que apenas 18 participaram das duas corridas. O 19º integrante era o carro da equipe Chemin, originalmente escalado para Edson Ferreira da Silva, mas que teve Denis Navarro – do Brasileiro de Marcas – na classificação. O paulista colocou o bólido em 15º do grid, mas não participou das baterias.

Entretanto, para todos os efeitos, 19 carros andaram em algum momento. Mas isso pouco importa, na verdade. Fossem 16 ou 17, o número já é muito maior que a expectativa inicial de 12 participantes na atual temporada.

Com esse sucesso inicial, a Vicar, a CBA e as equipes da categoria precisam de duas coisas. A primeira, óbvia, é manter o tamanho do grid. Pode-se perder um participante aqui ou ali, mas a F3 Brasil precisa estar saudável para arrumar substitutos.

A segunda é fortalecer a divisão principal. Apesar de os campeonatos europeus terem perdido grid em 2014, todos eles usam o novo carro da Dallara, o F312, e apenas a F3 Inglesa admite que os participantes andem com o F308. Aqui a Light usa o F301, que é ótimo para quem está começando. Mas isso deixa os 19 participantes como algo relativo na hora de comparar com o que acontece lá fora.

Quando a corrida acaba, mas o drama continua

Publicado julho 26, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: GP2

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Raffaele Marciello deixou a Ferrari furiosa na Hungria

Raffaele Marciello deixou a Ferrari furiosa na Hungria

Uma das principais reclamações quanto à atual geração dos pilotos da F1 é que eles são todos iguais. Tirando um momento ou outro de Kimi Räikkönen, os demais são construídos no media training e ficam naquele mesmo discurso cheio de “looking forward” e “estou muito feliz com o resultado, mas precisamos trabalhar duro para melhorar”, mesmo na última colocação.

Essa pasteurização, no entanto, ainda não chegou à GP2. A principal categoria de acesso teve um fim de semana cheio nas redes sociais, após duas corridas de bastante contato em Hungaroring.

E quem protagonizou o episódio mais curioso foi a Ferrari. A Academia de pilotos da escuderia italiana não ficou nada satisfeita com o 19º lugar de Raffaele Marciello na prova do sábado e resolveu usar o Twitter para reclamar do garoto. Na mensagem abaixo, o programa espinafrou o pupilo ao dizer que teve mais um fim de semana frustrante causado unicamente pelos erros bobos de Marciello.

A mensagem da Ferrari num print do Renan do Couto

A mensagem da Ferrari num print do Renan do Couto

Em primeiro lugar, a Ferrari, que banca a carreira do piloto da Racing Engineering desde que ele deixou o kart (e por isso espera resultados), tem todos os motivos para estar frustrada com o italiano. Na corrida do sábado, Marciello era o piloto mais bem classificado entre aqueles que haviam largado com o pneu macio e trocado para o duro na parada nos boxes. O problema é que o italiano acabou sendo punido com um drive-through por excesso de velocidade no pit-lane e caiu lá para trás na classificação.

Como o vencedor da corrida, Arthur Pic, também usou essa estratégia de começar com o pneu macio e estava atrás de Marciello no momento em que os carros foram aos boxes, não é preciso dizer que a escuderia italiana considerou que o pupilo jogou a vitória fora com esse vacilo.

De qualquer forma, o piloto conseguiu se recuperar e ainda recebeu a bandeira quadriculada em oitavo, salvando a pole-position para a corrida curta do domingo, algo aceitável. Horas mais tarde, porém, a organização da GP2 informou que o italiano fora novamente penalizado por ter ultrapassado Stoffel Vandoorne após a saída do safety-car, na última volta, mas antes da linha de relargada.

Com Marciello caindo para 19º, esse segundo erro foi o suficiente para que a Ferrari usasse o Twitter para detoná-lo.

Campeão da F3 Euro em 2013, o italiano vem tendo uma temporada bastante complicada. Nas sete etapas disputadas até agora, ele só pontuou na Áustria, quando conseguiu dois terceiros lugares. Nos outros fins de semana, ele mostrou muita velocidade – como a pole obtida em Silverstone –, mas se envolveu em diversos incidentes, sendo culpa dele ou não, além de sofrer com alguns problemas mecânicos. O tal “bad luck” do tuíte da Academia da Ferrari.

Mas isso não quer dizer que a melhor alternativa seja expor o garoto em público. Afinal, esse foi apenas o sétimo fim de semana da carreira em que Marciello foi obrigado a fazer um pit-stop. E ele ainda estava em um momento de estresse, pois tinha sido obrigado a antecipar a parada por causa de um safety-car e deveria evitar ao máximo perder posições no pit-lane.

Consequentemente, a primeira falha deve tê-lo pressionado, obrigando a ir para o tudo ou nada contra Vandoorne no fim da corrida. Deu no que deu. A boa notícia que erros assim são fáceis corrigir. Não é como se o atual campeão da F3 Euro fosse lento, afobado ou não tivesse noção do desenvolvimento do carro e dos pneus. Em Spa-Francorchamps, após as férias de verão, tudo deve estar resolvido.

A Ferrari, por sua vez, só não pode deixar esse episódio afetar a continuidade de Marciello na Academia. Seria um desperdício muito grande chutá-lo por duas ou três etapas ruins na GP2. A equipe italiana apagou a mensagem pouco depois da polêmica e ainda mandou uma mensagem de apoio ‘#ForzaLello’ após o oitavo lugar do piloto neste domingo.

Situação russa

Não foi apenas a Academia da Ferrari que usou o Twitter para desabafar na Hungria. Quem também aproveitou a rede social para lamentar um desempenho abaixo do esperado foi Artem Markelov, da Russian Time.

O atual vice-campeão da F3 Alemã havia conquistado apenas a penúltima colocação no treino classificatório e, ao invés de lamentar algum erro que cometera ou problema no carro, resolveu reclamar do formato de um fim de semana do automobilismo. Para ele, não deveria haver um qualifying!

Como estamos falando de corridas de carro, Markelov sugeriu que apenas as provas fossem disputadas. Fico pensando como definir quem vai largar na frente, afinal não seria possível colocar todos os 26 carros do grid para partirem lado a lado.

Você pode clicar aqui para ver os resultados da GP2 no fim de semana, além das demais principais categorias do automobilismo.

Agenda da velocidade (17)

Publicado julho 25, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: World of Motorsport

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A F1 vai para a última etapa antes das férias de verão

A F1 vai para a última etapa antes das férias de verão

É um pouco injusto que o GP da Hungria seja o último antes das férias de verão da F1. Em uma temporada com algumas boas corridas, a prova que todo mundo vai lembrar durante as próximas quatro semanas de prova é justamente aquela realizada em uma pista sem pontos de ultrapassagem e com pouca emoção.

Isso sem falar no domínio da Mercedes em 2014. Com os carros prateados sendo uma classe à parte do grid, a briga pela vitória – se é que podemos chamar assim – ficará apenas entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg, caso a previsão de chuva para o fim de semana não se confirme.

Além da F1, Hungaroring também recebe as etapas da GP2, GP3 e Porsche Supercup antes de essas categorias também entrarem em férias. A prova húngara é a melhor chance que Felipe Nasr tem de se aproximar de Jolyon Palmer na luta pelo título, já que a Carlin mostrou na última temporada que tem o melhor carro do grid em pistas com alta downforce. Na GP3, por outro lado, Victor Carbone não competirá dessa vez após ter ficado sem pontuar nas primeiras corridas do ano.

Ainda que as principais atenções do esporte a motor europeu estejam na Hungria, é na Bélgica onde as coisas vão acontecer de verdade. É que as 24 Horas de Spa-Francorchamps estão marcadas para este sábado e domingo e contarão com os principais pilotos do mundo em GTs, defendendo fábricas como BMW, Mercedes, Audi, Nissan, Ferrari, McLaren, Porsche e Aston Martin. Augusto Farfus será o único brasileiro presente. A F3 Inglesa e a F-Renault Norte-Europeia fazem as provas preliminares nesta sexta-feira e sábado.

Do outro lado do oceano Atlântico, o tradicional Indianápolis Motor Speedway receberá a Nascar. Nesta sexta é a United Sportscar – com Bruno Junqueira, Christian Fittipaldi e Oswaldo Negri – que corre no misto. Depois, Nationwide e Sprint Cup dominam o autódromo no fim de semana, já no oval que todos conhecemos.

Mas a principal notícia do fim de semana, claro, é o retorno da F3 Brasil após a pausa em decorrência da Copa do Mundo de futebol. A categoria tem Pedro Piquet na liderança, mas com Bruno Etman e Lukas Moraes tentando tirar a diferença para o piloto da Cesário. Na divisão Light, Vitor Baptista ainda não soube o que é perder em 2014. Brasileiro de Marcas – com um novo Ford Focus – e Mercedes Challenge também estão em Curitiba.

Lembrando sempre que conforme as sessões do fim de semana forem acontecendo, eu vou atualizar este post com os resultados. Daí é só você ao blog, clicar nos links na cor laranja ali embaixo e saber de tudo o que aconteceu. Além disso, vale aqui o horário de Brasília.

A F3 está de volta! - foto de luca bassani

A F3 está de volta! – foto de luca bassani

Agenda do fim de semana:

Sexta-feira, 25 de julho:
4h05 – F3 Inglesa – Spa-Francorchamps – classificação
5h00 – F1 – GP da Hungria – treino livre 1
5h40 – F-Renault NEC – Spa-Francorchamps – classificação
7h00 – GP2 – Hungaroring – treino livre
7h45 – F3 Inglesa – corrida 1
9h00 – F1 – treino livre 2
9h55 – F-Renault NEC – corrida 1
10h55 – GP2 – classificação
11h45 – Porsche Supercup – Hungaroring – treino livre
12h30 – F3 Inglesa – corrida 2
12h50 – GP3 – Hungaroring – treino livre
13h50 – BSS – 24 Horas de Spa-Francorchamps – super pole
16h00 – F3 Brasil – Curitiba – treino livre 1
18h45 – United Sportscar – Indianápolis – corrida

Sábado, 26 de julho:
4h45 – GP3 – classificação
4h45 – F3 Inglesa – corrida 3
5h00 – F-Renault Inglesa – Brands Hatch Indy – classificação
5h35 – F-Renault NEC – corrida 2
6h00 – F1 – treino livre 3
7h25 – Porsche Supercup – classificação
8h00 – F3 Brasil – treino livre 2
9h00 – F1 – classificação
10h40 – GP2 – corrida 1
11h25 – F3 Brasil – classificação
11h30 – BSS – 24 Horas de Spa-Francorchamps
12h20 – GP3 – corrida 1
15h10 – Nascar – Indianápolis – classificação
15h45 – Brasileiro de Marcas – Curitiba – classificação
16h25 – F3 Brasil – corrida 1
17h49 – Nationwide – Indianápolis – corrida 

Domingo, 27 de julho:
4h25 – GP3 – corrida 2
5h35 – GP2 – corrida
6h45 – Porsche Supercup – corrida
9h00 – F1 – corrida
9h05 – Brasileiro de Marcas – corrida 1
9h40 – F-Renault Inglesa – corrida 1
11h20 – Mercedes Challenge – corrida
12h47 – Brasileiro de Marcas – corrida 2
13h10 – F-Renault Inglesa – corrida 2
14h05 – F3 Brasil – corrida 2
14h19 – Nascar – corrida

Este post ficará fixado na home durante todo o fim de semana. Para ler os demais textos, basta descer um pouco.

Nascar na lama

Publicado julho 24, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Nascar

Darell Wallace Jr venceu no oval de terra de Eldora

Darell Wallace Jr venceu no oval de terra de Eldora

A Nascar Truck Series é uma espécie de meio termo entre o profissionalismo da principal categoria do automobilismo norte-americano e os pilotos amadores que competem em ovais curtos dos Estados Unidos praticamente todos os dias da semana. Enquanto o certame visita locais como Daytona, Michigan e Las Vegas, ele também tem paradas em pistas menores, como Gateway e oval de terra de Eldora.

Assim como acontece em circuitos bem menos conhecidos de todo o país da América do Norte, a etapa de Eldora também é disputada em um dia de semana. Aconteceu nesta quarta-feira, dia 23, na semana que antecede a visita da Sprint Cup a Indianápolis.

O grande atrativo da corrida de Eldora é ser completamente diferente de qualquer outra etapa da Nascar. Além de ser disputada numa quarta, acontece num oval de terra, tem baterias eliminatórias e repescagem, além de até mesmo uma formação de largada com quatro carros lado a lado – o four-wide salut –, uma tradição típica dos campeonatos amadores, que serve para cumprimentar o público presente.

A troca do asfalto pela terra também significa que alguns dos favoritos penam para conseguir um bom desempenho. É parecido com o que acontece em um circuito misto. Pilotos que fizeram a carreira toda em ovais de asfalto sofrem para conseguir acompanhar os mais experientes na superfície escorregadia.

Matt Crafton é o maior exemplo disso. Atual campeão da Truck Series, o americano foi apenas o nono colocado, tendo sofrido durante quase toda a prova para entrar no top-10. Do outro lado da moeda, o veterano Ken Schrader, de 59 anos – e que está em uma maratona de cinco corridas em seis dias –, usou toda a experiência para salvar um quarto lugar.

Ty Dillon e Kyle Larson se envolveram em um bom duelo (e num acidente)

Ty Dillon e Kyle Larson se envolveram em um bom duelo (e num acidente)

O destaque da noite, no entanto, foi Kyle Larson. Um dos três pilotos da Sprint Cup no grid – os outros dois foram Austin Dillon e Michael Annett –, o garoto também aproveitou todo o conhecimento que tem dos ovais de terra para ganhar posições. Com o equipamento mais rápido da pista, não demorou para que ele colasse no líder, Darrell Wallace Jr, e disputasse a ponta.

Antes disso, no entanto, Larson já havia se envolvido em um acidente com Ty Dillon. Ao perder aderência em uma curva – algo normal na terra – o piloto da Ganassi acabou sendo tocado de pelo adversário, rodou e acertou Dillon na volta.

Mesmo com o equipamento avariado, Larson continuou a acelerar forte na caça a Wallace. O ritmo era tão intenso que ele acertava o muro em praticamente todas as curvas. Não foi uma nem duas vezes, o próprio piloto disse que sentiu umas 70 (!!!) pancadas nessa perseguição, sendo que ao menos duas foram bem fortes.

O mais incrível é que o truck número 32 parecia ficar mais rápido a cada toque. Com o equipamento todo desfigurado, Larson ainda tentou um último ataque nas voltas finais, mas o carro acabou quebrando faltando apenas dois giros. Um final frustrante para o que prometia ser uma briga acirrada pela vitória.

Assim, sem o principal adversário, Wallace recebeu a bandeira quadriculada pela segunda vez na temporada com uma ampla vantagem para Ron Hornaday, o segundo. Ryan Blaney completou em terceiro e assumiu a liderança da tabela de pontos, uma vez que Crafton teve problemas para se adaptar ao piso escorregadio.

Com a corrida de Eldora chegando ao fim, os resultados do último fim de semana estão atualizados. Para conferi-los, basta clicar aqui.

Os primeiros passos do mercado de pilotos da F1 2015

Publicado julho 23, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 1

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O segundo lugar de Valtteri Bottas na Alemanha pode levar a mudanças profundas no grid da F1

O segundo lugar de Valtteri Bottas na Alemanha pode levar a mudanças profundas no grid da F1

A F1 chega neste fim de semana a uma das minhas pistas favoritas da temporada: Hungaroring. Conhecido pela dificuldade para ultrapassar, o circuito húngaro é bastante técnico e obriga os pilotos a estarem 100% concentrados o tempo todo. Por causa disso, vez ou outra temos alguns resultados bastante improváveis por lá, ainda que as corridas em si não tenham muita emoção.

A Hungria também marca o fim da primeira parte da temporada 2014. Com a prova deste domingo, 11 etapas já terão sido disputadas, faltando apenas mais oito para o término do campeonato. Não é a metade matemática, como dá para perceber, mas é agora que começam as férias de verão da categoria, já que o GP da Bélgica acontece apenas em 24 de agosto.

As férias da F1 também significam que a temporada de boatos da categoria se intensifica. E a mais nova onda de especulações tem um novo personagem: Fernando Alonso. De acordo com o jornalista inglês Joe Saward, o bicampeão, cujo vínculo com a Ferrari se encerra no fim de 2015, teria uma clausula no contrato o liberando no fim deste ano caso o time italiano não esteja entre os três primeiros colocados do campeonato.

Para desespero de todos em Maranello, com o segundo lugar de Valtteri Bottas em Hockenheimring, a Williams ultrapassou a Ferrari no Mundial de Construtores e agora está atrás apenas da Mercedes e da Red Bull. Ou seja, caso as coisas terminem assim, o espanhol não precisara cumprir o último ano do vínculo.

Com isso, Saward aponta três futuros prováveis para o bicampeão. Se o piloto considerar que a Ferrari terá o melhor motor e o melhor equipamento em 2015, então ele deve continuar na equipe e cumprir o contrato até o fim, quiçá até mesmo renová-lo. Caso a Honda dê sinais de ser o propulsor dominante, então a McLaren seria o melhor caminho.

Já no caso de Alonso fazer questão de andar com o poderoso motor Mercedes, aí a situação complica. O contrato de Lewis Hamilton com o time germânico também vai até o fim de 2015, enquanto Nico Rosberg recentemente renovou o vínculo com a escuderia por mais alguns campeonatos. Ou seja, para contar com a máquina alemã só existe uma alternativa: a Williams.

Em Grove, o espanhol reencontraria Pat Symonds, com quem venceu dois títulos na época da Renault, mas teria que competir por uma equipe com orçamento menor que os times de fábrica e que tem alternado temporadas boas com resultados extremamente decepcionantes.

Jazeman Jaafar pode ganhar uma chance na Lotus

Jazeman Jaafar pode ganhar uma chance na Lotus

Embora Alonso já tenha forçado a saída da Ferrari em diversas oportunidades – como no ano passado quando foi oferecido à Red Bull –, talvez o melhor para o asturiano neste momento seja continuar na equipe italiana e torcer para que James Allison e os novos engenheiros trazidos da Lotus no início deste ano lhe deem um carro competitivo em 2015.

Caso o carro volte a falhar no ano que vem, o piloto estará em uma boa posição para buscar novos ares. Ele já terá visto o desempenho do propulsor da Honda, acompanhado se o desenvolvimento da Williams veio para ficar e ainda poderá negociar com Mercedes e Red Bull. Isso porque os contratos de Sebastian Vettel e Hamilton também terminam no fim do próximo campeonato, podendo haver mudanças significativas nas equipes de ponta.

Mas isso tudo depende do resultado deste fim de semana, na Hungria. Saward apontou que geralmente essas cláusulas de desempenho possuem uma data limite para serem exercidas. Ou seja, se a Ferrari recuperar o terceiro posto em Hungaroring, Alonso voltaria a ficar preso ao time. Ainda que isso mude em Spa, o espanhol teria pouco tempo trabalhar numa eventual liberação.

Mudanças na Lotus

Além da Ferrari, quem também pode ter novidades em 2015 é a Lotus. De acordo com o site ‘Crash.net’, a Petronas foi quem bancou a mudança de motores da escuderia de Enstone da Renault para a Mercedes. O preço para tudo isso é expor a marca nos carros, além de dar uma chance ao malaio Jazeman Jaafar – atualmente na World Series by Renault –, bancado pela petroleira. Não está claro se o piloto asiático será titular no próximo ano. Mas como Pastor Maldonado já foi confirmado, imagina esses dois juntos? Quem diria que estamos falando do mesmo time que teve Kimi Räikkönen e Romain Grosjean lutando por vitórias há exatamente um ano.

Vitória sem subir no alto do pódio

Publicado julho 21, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: GP3

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Alex Lynn é cada vez mais líder da GP3

Alex Lynn é cada vez mais líder da GP3

Pela segunda etapa seguida, Alex Lynn terminou um fim de semana da GP3 sem vencer. Mas o líder do campeonato acabou sendo o grande ganhador da rodada da Alemanha ao conquistar dois pódios (um segundo e um terceiro lugares) e aumentar a vantagem na tabela de oito para 30 pontos.

Além de ter sido constante durante toda a etapa de Hockenheimring, o piloto do Red Bull Junior Team ainda contou com os infortúnios dos principais rivais na luta pelo título.

Segundo colocado na tabela de pontos, Jimmy Eriksson estava conseguindo diminuir o prejuízo para Lynn graças ao terceiro lugar obtido na prova do domingo. O sueco, porém, acabou sendo punido por ter ignorado bandeiras amarelas, despencando para o 15º posto.

Marvin Kirchhöfer, o terceiro, também viveu um fim de semana de altos e baixos. Em casa, o alemão conquistou a primeira vitória na categoria de ponta a ponta no sábado. Mas no domingo o atual campeão da F3 Alemã colocou tudo a perder ao causar um acidente bobo com Emil Bernstorff, o quarto nos pontos.

Em quinto, Richie Stanaway teve uma rodada horrível após duas boas aparições no retorno à World Series by Renault. O neozelandês sequer pontuou na corrida 1, mas conseguiu salvar um sétimo lugar na bateria complementar ao herdar duas posições graças ao acidente entre Kirchhöfer e Benstorff.

Outro apontado como um dos bons talentos do grid, Matheò Tuscher também teve uma etapa para esquecer. O piloto da Jenzer não saiu do zero, com um 18º e um 11º.

Com isso, Nick Yelloly (com 56 pontos), Dino Zamparelli (45) e Dean Stoneman (40) foram quem conseguiram aproveitar o evento em Hockenheimring para ganhar terreno na luta pelo título. O trio, no entanto, tem menos da metade dos 114 pontos de Lynn.

O piloto está de braços abertos esperando pelo futuro

O piloto está de braços abertos esperando pelo futuro

Futuro com interrogação

Só que nem tudo é motivo de comemoração para o inglês. Caso Lynn mantenha a boa fase e termine com a taça, nada garante que ele consiga repetir Daniil Kvyat e pular para a F1 na próxima temporada.

Isso porque Carlos Sainz Jr (outro piloto da Red Bull nas categorias menores) lidera a World Series by Renault e está mais próximo de uma vaga na Toro Rosso, caso Helmut Marko decida sacar Jean-Éric Vergne.

Com isso, Lynn acabaria caindo numa espécie de limbo. Sem a vaga na F1, a tendência seria uma transferência para substituir Sainz na World Series. Só que a Red Bull também já tem outro piloto por lá em Pierre Gasly, atual terceiro colocado nos pontos. Ou seja, o prêmio pelo campeonato da GP3 pode ser ficar em desvantagem em uma nova categoria.

Fora que as perspectivas de F1 só melhoram caso Sebastian Vettel vá para Mercedes, Ferrari ou McLaren quando o contrato expirar no fim de 2015. Até lá, a Red Bull deve continuar com o germânico e com Ricciardo, enquanto a Toro Rosso estará estável com Kvyat e possivelmente Sainz.

Em um pior cenário, Lynn não vence a taça da GP3 neste ano e é chutado pela Red Bull conforme eles fazem com a maior parte dos pilotos.

Você pode clicar aqui para ver os resultados completos da GP3 no fim de semana, assim como das principais categorias.

O novo chefe da Ganassi

Publicado julho 20, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Indy

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Tony Kanaan foi o principal piloto da Ganassi nas últimas etapas

Tony Kanaan foi o principal piloto da Ganassi nas últimas etapas

A ida de Tony Kanaan para a Ganassi começa a dar resultado. Depois de um início de altos e baixos, nas últimas quatro corridas o brasileiro vem brigando constantemente pelas primeiras colocações, colocando o carro número 10 no lugar que merece.

Há duas semanas, em Pocono, o baiano foi quem liderou o maior número de voltas, mas acabou fechando em 11º por causa de uma tática equivocada da equipe. Em Iowa, Tony era o primeiro colocaado no fim até ser ultrapassado por Ryan Hunter-Reay e Josef Newgarden, que faziam uso de pneus mais novos nas voltas finais. Agora, em Toronto, Kanaan não brilhou, mas foi extremamente constante com um segundo e um terceiro lugar – depois de ter caído para último logo no começo da segunda bateria.

A vitória ainda não veio, mas o piloto está mostrando que a casa está arrumada.

A transferência de Kanaan da KV para a Ganassi me lembra um pouco da ida de LeBron James do Cleveland para o Miami na NBA. No basquete, o americano teve uma primeira temporada irregular no novo time, pois ainda estava se adaptando à cultura da cidade e ao esquema de jogo. Quando o Miami se tornou um time que jogava para ele, vieram dois títulos e um vice-campeonato em três temporadas.

No caso de Tony, a sombra de Dario Franchitti ainda estava presente no começo, e as atenções obviamente estavam mais concentradas em Scott Dixon, o atual campeão. O brasileiro, porém, pouco a pouco foi trabalhando e conquistou o espaço na esquadra, já sendo dono dos principais resultados nas últimas etapas. Assim, ele vai se tornando o líder do time e construindo uma base sólida para as próximas temporadas.

Helio e Tony no pódio em Toronto

Helio e Tony no pódio em Toronto

Quem também vive um bom momento é Helio Castroneves. Depois de bater na trave em 2013 com o vice-campeonato, o piloto da Penske é o atual líder da tabela com 533 pontos, 13 a mais que o companheiro Will Power. Ryan Hunter-Reay e Simon Pagenaud, um pouco mais atrás, também estão no páreo.

Restando quatro etapas, o retrospecto não é ruim para o paulista. A próxima etapa acontece em Mid-Ohio, onde ele venceu em 2000 e 2001, nas duas primeiras visitas que fez ao local pela Penske. O problema é que nas últimas cinco provas por lá, ele conquistou somente um pódio e três resultados fora do top-10. Power, por outro lado, obteve dois pódios em quatro corridas.

Depois de Mid-Ohio, restam Milwaukee, Sonoma – especialidade do australiano – e Fontana, com a pontuação dobrada. Mas não se engane com uma aparente vantagem de Castroneves por serem duas corridas em ovais. O companheiro é o atual vencedor da etapa californiana e soma uma pole e dois top-5 no oval curto do Wisconsin.

A corrida de Mid-Ohio está marcada para o dia 3 de agosto. Você pode clicar aqui para ver os principais resultados deste fim de semana no automobilismo.

Agenda da velocidade (16)

Publicado julho 18, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: World of Motorsport

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Será que a Mercedes está empolgada com o tetra na Copa?

Será que a Mercedes está empolgada com o tetra na Copa?

A Copa do Mundo de futebol chegou ao fim, mas o clima do Mundial ainda está presente neste fim de semana nas pistas. Isso porque a F1 visita o circuito de Hockenheimring para a disputa do GP da Alemanha, e obviamente todos os pilotos da casa aproveitaram a oportunidade de homenagear o tetracampeonato da seleção local.

E não é só a F1 que está na Alemanha. Como de praxe, a GP2 – com Felipe Nasr e André Negrão – e a GP2 – de Victor Carbone – também correm. O mesmo vale para a Porsche Supercup, naquela que é a principal corrida do ano da modalidade, uma vez que também reúne os times do campeonato alemão.

Ainda na Europa, a Inglaterra recebe duas categorias. A F4 Inglesa, de Gustavo Lima e Gaetano Di Mauro, tem uma agenda diferente neste fim de semana com atividades apenas na sexta-feira e no sábado. Já a Euroformula Open, com a presença de Henrique Baptista, anda em Silverstone com um cronograma mais normal.

Do outro lado do Oceano Atlântico, é a vez de a Indy cruzar a fronteira e disputar a rodada dupla do Canadá. Essa é uma etapa importantíssima para o atual líder do campeonato, o brasileiro Helio Castroneves. Isso porque o piloto da Penske já afirmou que o traçado de Toronto é uma espécie de ponto fraco, por isso a ideia agora é evitar sair no prejuízo na comparação contra o companheiro Will Power.

Tony Kanaan é o outro brasileiro do certame, ainda em busca da primeira vitória pela Ganassi após os bons desempenhos em Pocono e em Iowa.

Dessa vez duas categorias do programa Road to Indy estarão presentes: a Indy Lights, com Luiz Razia tentando se recuperar do acidente sofrido em Pocono, e a USF2000. Nessa última, os brasileiros são Gustavo Myasava e Victor Franzoni, que luta para tentar assumir a ponta na tabela de pontos.

A Nascar, por sua vez, terá um fim de semana de folga. Apenas a Nationwide vai à pista em Chicagoland. E se você pensava que as corridas terminavam no domingo, nada disso! A Nascar Truck Series terá a famosa corrida no oval de terra de Eldora, na quarta-feira. Um evento imperdível.

Lembrando sempre que conforme as sessões do fim de semana forem acontecendo, eu vou atualizar este post com os resultados. Daí é só você ao blog, clicar nos links na cor laranja ali embaixo e saber de tudo o que aconteceu. Além disso, vale aqui o horário de Brasília.

A Nascar corre em Eldora na quarta-feira

A Nascar corre em Eldora na quarta-feira

Agenda do fim de semana:

Sexta-feira, 18 de julho:
5h00 – F1 – GP da Alemanha – treino livre 1
7h00 – GP2 – Hockenheimring – treino livre
9h00 – F1 – treino livre 2
9h15 – F4 Inglesa – Oulton Park – classificação
9h30 – USF2000 – Toronto – treino livre 1
10h55 – GP2 – classificação
11h00 – Indy – Toronto – treino livre 1
12h30 – F4 Inglesa – corrida 1
12h50 – GP3 – Hockenheimring – treino livre
14h15 – USF2000 – treino livre 2
14h55 – Indy – treino livre 2
16h00 – Indy Lights – Toronto – treino livre 1
18h50 – USF2000 – classificação

Sábado, 19 de julho:
4h45 – GP3 – classificação
5h45 – Euroformula Open – Silverstone – classificação 1
6h00 – F1 – treino livre 3
6h50 – F4 Inglesa – corrida 2
7h25 – Porsche Supercup – Hockenheimring – classificação
9h00 – F1 – classificação
9h15 – Indy Lights – treino livre 2
10h00 – Euroformula Open – corrida 1
10h40 – GP2 – corrida 1
11h00 – Indy – classificação 1
11h30 – F4 Inglesa – corrida 3
12h20 – GP3 – corrida 1
14h30 – Indy Lights – classificação
16h55 – Indy – corrida 1 – adiada pela chuva
19h15 – USF2000 – corrida 1 – adiada pela chuva
21h45 – Nationwide – Chicagoland – corrida

Domingo, 20 de julho:
4h25 – GP3 – corrida 2
5h00 – Euroformula Open – classificação 2
5h35 – GP2 – corrida 2
6h45 – Porsche Supercup – corrida
7h30 – Euroformula Open – corrida 2
9h00 – F1 – corrida
10h05 – USF2000 – corrida 2 – adiada pela chuva
11h00 – Indy – classificação 2 – cancelada
11h45 – Indy Lights – corrida
16h55 – Indy – corrida 2

Quarta-feira, 23 de julho:
22h16 – Nascar Truck Series – Eldora - corrida

Tetracampeonato na cabeça

Publicado julho 17, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 1, GP2

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Daniel Abt foi um dos muitos a homenagear a Alemanha neste fim de semana

Daniel Abt foi um dos muitos a homenagear o tetra da Alemanha

Antes de Klose, Neuer, Schweinsteiger, Götze e companhia entrarem em campo no último fim de semana no Maracanã, Daniel Abt já sabia muito bem como era enfrentar um argentino. Afinal, o piloto da Hilmer na GP2 teve durante as quatro primeiras etapas do ano Facundo Regalia como companheiro de equipe.

No entanto, durante a Copa do Mundo, o piloto sul-americano deixou a escuderia alegando que não tinha um equipamento bom o suficiente para brigar pelas primeiras colocações. Abt, por outro lado, seguiu na Hilmer e enfim marcou os primeiros pontos da esquadra em 2014.

Obviamente, a vitória alemã na Copa deixou o piloto germânico ainda mais animado. E, para melhorar o ambiente, a GP2 corre justamente na Alemanha neste fim de semana em Hockenheimring. Assim, para homenagear o triunfo nos campos, Abt resolveu colocar quatro estrelas no próprio carro.

Ele não foi o único. Além de a Mercedes – patrocinadora da seleção alemã – ter feito um motorhome especial para lembrar a conquista, Sebastian Vettel, Nico Rosberg e Adrian Sutil também estão carregando layouts especiais para os capacetes.

Só que apenas para Rosberg – impedido pela Fifa de usar a réplica da taça no elmo – está conseguindo aproveitar a magia dos campos, tendo sido o segundo mais veloz nos treinos livres. Vettel e Sutil ainda sofrem com o desempenho abaixo do esperado das máquinas da Red Bull e da Sauber, enquanto Abt não foi além da 14ª na classificação na GP2.

Ou seja, aos poucos, a maldição do país da Copa jamais ter levado a F1 no mesmo ano começa a fazer efeito.

Confira abaixo os capacetes de Vettel, Sutil e Rosberg para o GP da Alemanha:

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Vettel


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