Laia Sanz no automobilismo

Publicado novembro 26, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Outras Categorias

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Laia Sanz está dando os primeiros passos nas quatro rodas

Laia Sanz está dando os primeiros passos nas quatro rodas

Ver pilotos trocando as duas pelas quatro rodas é algo comum no esporte a motor. Pentacampeão do Dakar, Cyril Despres é um desses exemplos. O francês vai estrear nos carros, pelo time dos sonhos da Peugeot, na edição do ano que vem do maior rali do mundo.

E não é muito difícil imaginar quem será o próximo nome dessa lista. Tendo vencido 13 vezes o Mundial de Trial e três vezes o Mundial de Enduro, Laia Sanz é uma lenda das duas rodas, que deverá estar presente em todos os halls da fama do esporte a motor em um futuro não tão distante.

Até lá, a espanhola de 28 anos vai experimentando coisas novas. Nomeada embaixadora mundial da Seat, a pilota passou 2014 dando os primeiros passos nas corridas de carro, e o primeiro desafio aconteceu logo no mês de setembro, nas 24 Horas de Barcelona.

Defendendo a montadora espanhola, ela competiu na divisão A3T ao lado do compatriota Francesc Gutiérrez, bicampeão da corrida de longa duração. E os dois não fizeram feio. Sendo uma das poucas duplas inscritas – os times podiam ter até cinco integrantes –, Laia e Gutiérrez terminaram na 12ª colocação, apenas uma volta atrás do top-10. Eles também foram os ganhadores na divisão.

28 anos, 16 títulos mundiais, isso dá mais de uma conquista a cada dois anos

28 anos, 16 títulos mundiais, isso dá mais de uma conquista a cada dois anos

Dois meses depois e com o terceiro título no enduro garantido, a catalã resolveu voltar às quatro rodas após receber um convite para participar da etapa decisiva da Seat León Eurocup, o repaginado campeonato europeu da montadora ibérica.

Defendendo a equipe de fábrica, dessa vez Laia seria obrigada a correr sozinha em Barcelona, nos dia 1 e 2 de novembro, na rodada final do campeonato. Enquanto o título estava sendo decidido por oito pilotos, a espanhola obteve o 27º lugar no grid, entre os 28 participantes, tendo ficado 3s5 atrás do pole, Pol Rosell.

Rosell, aliás, acabou perdendo a liderança logo após a largada da primeira bateria para o suíço Stefano Comini. Mas como ele terminou na segunda colocação, o resultado foi o suficiente para garantir o título de 2014. Um pouco mais atrás, Laia conseguiu ganhar algumas posições para subir para 19º, 57s8 atrás do vencedor.

Na segunda bateria, com os pilotos largando da mesma posição obtida na classificação, a espanhola voltou a fazer uma corrida de recuperação, embora dessa vez tenha sido mais beneficiada pelos acidentes dos adversários. Assim, fechou no 20º posto, 46s6 após o vencedor, o português Manuel Gião.

Agora a pilota será obrigada a fazer uma pausa nas quatro rodas para se concentrar na disputa do Dakar de 2015. No maior rali do mundo, pela primeira vez ela terá equipamento de fábrica da Honda e poderá lutar pela vitória no geral entre as motos, lembrando que no ano passado a espanhola concluiu em 16º.

Os piores recordes da F1 2014

Publicado novembro 25, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 1

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Sebastian Vettel igualou uma incômoda marca de Jacques Villeneuve

Sebastian Vettel igualou uma incômoda marca de Jacques Villeneuve

Sebastian Vettel é um demolidor de recordes na F1. Entre as diversas marcas do alemão, está ser o mais jovem a largar na pole, liderar e vencer uma corrida, o campeão de menor idade, o piloto com mais poles, mais vitórias consecutivas e mais triunfos em uma temporada, além de ser o único a vencer os quatro primeiros títulos da carreira em sequência.

Mas nem todas as façanhas do germânico são positivas. Ele também é o piloto que precisou de menos tempo na carreira antes de receber uma punição. Só levou 6s, em 2006, ao ser flagrado por excesso de velocidade ao deixar os boxes da Turquia para participar do primeiro treino livre na F1.

Em 2014, o tetracampeão conquistou mais uma marca incômoda. É que agora ele é o primeiro campeão do mundo a não conseguir vencer na temporada seguinte, desde Jacques Villeneuve, em 1998.

Essa, aliás, não é a única proeza negativa da temporada recém-acabada. Infelizmente para Ferrari e McLaren, as duas escuderias também não têm muitos motivos para comemorar. Como nenhuma venceu em 2014, elas acabaram com uma sequência de 33 anos seguidos com ao menos um triunfo de alguma delas. A última vez seca enfrentada ao mesmo tempo por ambas foi em 1980.

Nem a Mercedes escapou dos recordes negativos em 2014. Mesmo com a temporada dominante, a equipe germânica viu Nico Rosberg se tornar a mais nova vítima da maldição da pole-position em Abu Dhabi. Isso porque nas seis corridas que o circuito de Yas Marina já sediou, apenas uma vez ganhou quem largou na frente. Foi Vettel, em 2010.

Em quatro oportunidades, a conquista ficou com o piloto que partiu da segunda posição do grid. Para azar do alemão, Lewis Hamilton praticamente garantiu o título ao tracionar melhor que o companheiro e passar na frente na primeira curva. Depois, a falha no motor de Rosberg serviu apenas para dar números finais ao campeonato.

Dams unifica títulos da GP2 e World Series by Renault em 2014

Publicado novembro 24, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: GP2, World Series by Renault

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Jolyon Palmer garantiu o tri da Dams na GP2 em quatro anos

Jolyon Palmer garantiu o tri da Dams na GP2 em quatro anos

Não há nenhuma dúvida sobre a Mercedes ter sido a equipe a ser batida em 2014 na F1. Mas as categorias de acesso também tiveram a própria versão do time germânico. Sem dar chances às adversárias, a Dams conseguiu um raro feito nesta temporada, ao unificar os títulos dos dois principais certames de base: a GP2 e a World Series by Renault.

O bom desempenho da equipe francesa nas duas categorias não é novidade. Na GP2, o time viu o veterano Jolyon Palmer triunfar, ao superar Felipe Nasr e Stoffel Vandoorne. Essa foi a terceira taça da esquadra nos últimos quatro anos, tendo levado também Romain Grosejan ao primeiro lugar em 2011 e Davide Valsecchi, no ano seguinte.

O segredo por trás desse bom desempenho é apostar em pilotos rápidos, mas muito experientes. Palmer foi campeão na quarta tentativa na categoria. Grosjean também esteve no quarto ano, embora dois deles tenham sido incompletos, graças à primeira passagem desastrosa pela F1. Valsecchi, porém, bateu todos os recordes com cinco temporadas na GP2.

A história na World Series by Renault é um pouco diferente. O time de Jean-Paul Driot só estreou por lá em 2012, com Arthur Pic e Lucas Foresti. No primeiro ano, o francês conquistou a pole logo na estreia e ainda venceu em Moscou para terminar o campeonato com uma boa oitava colocação.

Para 2013, a Dams assinou com Kevin Magnussen, que trouxe o apoio do programa de jovens pilotos da McLaren. Resultado: título de forma dominante, superando gente de peso, como Stoffel Vandoorne e António Félix da Costa. Apesar de o dinamarquês ter ficado com a taça, a Dams falhou em unificar os títulos no ano passado, no único hiato que teve na GP2, uma vez que Marcus Ericsson teve uma temporada cheia de incidentes e não foi capaz de vencer Fabio Leimer, da Racing Engineering.

A situação mudou em 2014. Tanto Palmer, na GP2, quanto Carlos Sainz Jr, na World Series by Renault, começaram o ano forte. Os dois conseguiram vitórias importantes e puderam administrar a vantagem, mesmo quando desafiados por Felipe Nasr e Roberto Merhi, respectivamente, no meio da temporada. No fim, taça para ambos e muita comemoração por parte da esquadra francesa.

Carlos Sainz Jr foi o campeão inconteste da World Series by Renault

Carlos Sainz Jr foi o campeão inconteste da World Series by Renault

Agora está na hora de ver quem foi melhor durante o ano, comparando os números obtidos por Palmer e Sainz nas campanhas vitoriosas. Mas antes de mostrar o desempenho dos dois, tenho a impressão de que falar da Dams será uma constante por aqui. É que o time já assinou com Nyck de Vries, também da McLaren, para a vaga de Sainz no em 2015, enquanto Esteban Ocon – campeão da F3 Europeia e piloto da Lotus – e Vandoorne são especulados na GP2.

Voltando ao comparativo, como GP2 e World Series têm regras diferentes – como o grid invertido no domingo para a primeira – as estatísticas não são 100% justas, afinal quem tem um carro mais rápido acaba prejudicado com a inversão das posições.

Ainda assim, os números mostram bem como foram as campanhas de ambos. Enquanto Palmer teve menos poles e vitórias que o companheiro de esquadra, mesmo tendo disputado mais corridas, ele acumulou mais pódios. Ou seja, campeão da GP2 soube usar a experiência e a regularidade para ficar com o título. Quanto a Sainz, o recorde de sete triunfos na mesma temporada da World Series fala por si só. Apesar disso, esses foram os únicos pódios dele em 2014, ou seja, ainda é preciso mesclar um pouco de consistência com tanta velocidade.

Mas também é importante ter em mente que um piloto obteve esses números na quarta tentativa em um campeonato, enquanto o outro era praticamente um novato. Acho que isso deixa claro qual deles é mais interessante para as equipes da F1, sempre dispostas em investir em potencial e lapidar novos talentos.

Veja a comparação entre Palmer e Sainz em 2014:

palmerxsainz

Mais animado fora das pistas

Publicado novembro 23, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 1

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A Mercedes não foi desafiada em 2014

A Mercedes não foi desafiada em 2014

É uma situação engraçada quando a F1 acaba. Pelos próximos quatro meses, não há corridas. O jeito é buscar cada notícia para tentar matar saudade do Mundial. E o noticiário não deve parar, até porque ainda falta descobrir as últimas peças do mercado de pilotos – como o companheiro de Fernando Alonso na McLaren e o parceiro de Max Verstappen na Toro Rosso –, além de ver se Caterham e Marussia (Manor) estarão no grid.

Depois, janeiro começa com o lançamento dos carros de 2015, que devem ser mais bonitos que os atuais. E aí vem a pré-temporada, aquele período cujas análises não servem para nada, e só aí as disputas começam para valer.

Nada muito diferente de 2014. Neste ano, não é exagero dizer que a F1 esteve mais agitada fora das pistas que dento delas. Enquanto as Mercedes monopolizaram as disputas – conquistando um recorde de 16 vitórias –, as notícias entre uma corrida e outra serviram para apimentar o campeonato.

Os próprios pilotos da esquadra germânica foram protagonistas também pelo que faziam fora dos carros. Até porque deixaram uma amizade duradoura, desde a época do kart, para entrarem em uma rivalidade mesquinha, culminando com o acidente em Spa-Francorchamps e as poucas conversas entre eles depois disso.

Faça como Alonso e acompanhe o noticiário da F1 a partir de agora

Faça como Alonso e acompanhe o noticiário da F1 a partir de agora

Infelizmente, o noticiário da F1 em 2014 também não foi só de boas notícias. Os acidentes de Jules Bianchi e Michael Schumacher nos fizeram lembrar que os pilotos são seres humanos como qualquer outra pessoa. Também foi de partir o coração ver a luta de Caterham e Marussia para continuarem existindo após acumularem prejuízos desde que entraram na F1.

Na outra mão, o mercado de pilotos foi bastante animado, com boa parte das equipes mudando as duplas para o ano que vem. Quem não deve ter gostado de responder tantas perguntas sobre o futuro foi Fernando Alonso. Acertado com a McLaren desde setembro, o espanhol foi questionado diversas e diversas vezes sobre onde vai correr em 2015. Sem poder revelar o nome da esquadra inglesa, o bicampeão se tornou profissional em enrolação.

Alonso não é o único a deixar a Ferrari. A montadora italiana também perdeu Luca Di Montezemolo e pode entrar no mercado de ações, conforme desejo do atual presidente, Sergio Marchionne. E até Rubens Barrichello apareceu nas notícias com a possibilidade de disputar o GP do Brasil pela Caterham.

Enquanto tudo isso acontecia, as Mercedes continuavam na frente. Por um breve momento, entre os GPs de Mônaco e da Bélgica, Daniel Ricciardo parecia correr por fora na luta pelo título, mas foi só impressão. Depois disso, o australiano foi obrigado a se conformar como principal revelação do campeonato, mas incapaz de seguir na luta pela taça com Hamilton e Rosberg.

Com a briga pelo primeiro lugar restringida ao dois da Mercedes, as disputas se tornaram um tanto previsíveis. Quem gosta de participar desses bolões, poderia apostar em pole de Rosberg e vitória de Hamilton em todas as corridas do ano. Como o alemão largou na frente em 11 oportunidades e o britânico venceu 11 provas, essa pessoa teria uma boa chance de sair vencedora.

E a segunda perna do campeonato foi marcada justamente por essa inversão de posição. Era Hamilton saindo em segundo, pressionando o companheiro de equipe até fazer a ultrapassagem e, depois disso, sumindo na liderança. Não dá para dizer, portanto, que tenha sido o campeonato mais animado da história.

A grande vantagem deste o ano, porém, foi a Mercedes ter permitido uma briga entre os dois pilotos. Ainda que com restrições após a etapa da Bélgica e graças à regra da pontuação em dobro em Abu Dhabi, chegamos até o último domingo do campeonato sem saber quem seria campeão. Uma realidade muito diferente do ano passado. Lá, todo mundo sabia que a Red Bull seria a vencedora e Vettel fez um desserviço à audiência ao vencer as últimas nove corridas de forma dominante.

Agenda da velocidade (34)

Publicado novembro 21, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: World of Motorsport

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Está na hora de conhecer o campeão da F1

Está na hora de conhecer o campeão da F1

Você já teve aquela sensação de ainda estarmos em setembro e, de repente, a decoração de Natal começa a se espalhar por aí? Tudo bem, é verdade que estamos no fim de novembro, mas já dá para avistar Papai Noel, árvores de natal, renas e luzinhas. Como o ano passa rápido, não?

Por que estou dizendo isso? É que chegamos à penúltima Agenda da velocidade de 2014. Nos últimos 34 fins de semanas, você pôde conferir aqui os horários, resultados e programação das principais categorias do automobilismo mundial. Desde as mais importantes, como a F3 e a F4, até esses campeonatos menores, como a Indy, a Stock Car ou o Brasileiro de Marcas.

Como só restam dois fins de semana com diversas categorias, a agenda continua só mais um pouco. Mas não é preciso ficar preocupado. Ainda que não haja um post formal com os horários e resultados com o que ainda está para acontecer, a cobertura segue no World of Motorsport com textos separados para os campeonatos que ainda não acabaram ou para eventos sozinhos, como a Corrida dos Campeões.

Neste fim de semana, quem se despede é a F1. Chegou a hora de conhecer qual piloto da Mercedes ficará com o título. Para isso, Lewis Hamilton pode ser o segundo colocado em Abu Dhabi. Se ele abandonar, Nico Rosberg será o vencedor. Se os dois não completarem a prova, vantagem para o britânico. Na verdade, há algumas outras combinações de resultado, mas vendo o domínio da escuderia germânica neste ano e o advento da asa móvel, é difícil que haja um novo Vitaly Petrov para bagunçar a classificação final.

Ainda falando sobre o circuito de Yas Marina, Jolyon Palmer chega ao Oriente Médio como campeão da GP2, enquanto a luta pelo vice segue entre Stoffel Vandoorne e Felipe Nasr. A tarefa do brasileiro é complicadíssima, já que detém uma vantagem de apenas quatro pontos, e o belga garantiu a quarta pole seguida em 2014, um recorde na categoria.

Alex Lynn, por sua vez, garantiu o bicampeonato da Red Bull na GP3, pois Dean Stoneman precisava largar na pole para evitar o título do compatriota, mas acabou ficando com o segundo posto no grid.

A outra grande atração do fim de semana vem de Putrajaya, onde a F-E disputa a segunda etapa da temporada. Após o acidente entre Nick Heidfeld e Nicolas Prost na corrida de abertura, a expectativa agora é ver se a categoria continua com boas disputas, assim como teve em Pequim, mas também se houve uma evolução no espetáculo no geral.

Deste lado do mundo, a F3 Brasil encerra 2014 em Goiânia. Pedro Piquet e Vitor Baptista foram campeões por antecipação e, assim, a luta ficou pelo vice-campeonato. Lukas Moraes, Bruno Etman e Artur Fortunato estão na briga pelo segundo posto na divisão A, enquanto Matheus Leist, Victor Miranda e Matheus Iorio fazem o mesmo na Light. Já Ricardo Maurício pode ser tri no Brasileiro de Marcas.

Para encerrar, quatro brasileiros – Bruno e Rodrigo Baptista, Felipe Ortiz e Lucas Kohl – andam na F4 Sudamericana em Tarumã e Gaetano Di Mauro tenta conquistar o título do campeonato de inverno da F4 Inglesa em Brands Hatch. O outro piloto do país por lá é Enzo Bortoleto.

Como vários campeonatos estão terminando, você pode clicar aqui e conferir a Galeria dos campeões do blog. Isto é, um resumo – incluindo o desempenho dos brasileiros – das temporadas que já acabaram, além da pontuação final.

Você já sabe, mas não custa lembrar: conforme as sessões do fim de semana forem acontecendo, eu vou atualizar este post com os resultados. Daí é só você voltar ao World of Motorsport, clicar nos links na cor laranja ali embaixo e saber de tudo o que aconteceu. Além disso, vale aqui o horário de verão de Brasília.

A principal categoria do Brasil encerra 2014 neste fim de semana - foto de carsten horst/hyset

A principal categoria do Brasil encerra 2014 neste fim de semana – foto de carsten horst/hyset

Agenda do fim de semana:

Sexta-feira, 21 de novembro:
4h00 – GP3 – Abu Dhabi – treino livre
5h15 – GP2 – Abu Dhabi – treino livre
7h00 – F1 – GP de Abu Dhabi – Yas Marina – TL1
9h00 – GP3 – classificação
11h00 – F1 – treino livre 2
13h10 – GP2 – classificação
16h30 – F4 Sudamericana – Tarumã – treino livre 1
17h30 – F4 Sudam – treino livre 2
21h45 – Formula E – Putrajaya – treino livre

Sábado, 22 de novembro:
0h00 – Formula E – classificação
4h00 – Formula E – corrida
6h05 – GP3 – corrida 1
7h25 – F4 Inglesa Winter Series – Brands Hatch – classificação 1
8h00 – F1 – treino livre 3
9h00 – F3 Brasil – Goiânia – treino livre 1
9h50 – Brasileiro de Marcas – Goiânia – treino livre 1
10h00 – F4 Inglesa – corrida 1
11h00 – F1 – classificação
11h20 – F4 Sudam – classificação
11h40 – F3 Brasil – treino livre 2
12h30 – F4 Inglesa – corrida 2
12h30 – Brasileiro de Marcas – treino livre 2
12h40 – GP2 – corrida 1
14h20 – F3 Brasil – classificação
14h45 – F4 Sudam – corrida 1
16h10 – Brasileiro de Marcas – classificação
16h55 – F3 Brasil – corrida 1
17h55 – F4 Sudam – corrida 2

Domingo, 23 de novembro:
7h00 – GP3 – corrida 2 season finale
8h00 – F4 Inglesa – classificação 2
8h20 – GP2 – corrida 2 – season finale
9h30 – Brasileiro de Marcas – corrida 1
10h00 – F4 Inglesa – corrida 3
10h45 – F3 Brasil – corrida 2 – season finale
11h00 – F1 – GP de Abu Dhabi – corrida – season finale
12h35 – F4 Sudam – corrida 3
12h47 – Brasileiro de Marcas – corrida 2 – season finale
13h05 – F4 Inglesa – corrida 4 – finale

Até que ponto vale investir em jovens pilotos?

Publicado novembro 20, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 1

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A McLaren precisa decidir qual caminho seguir quanto ao investimentos em jovens pilotos

A McLaren precisa decidir qual caminho seguir quanto ao investimentos em jovens pilotos

A McLaren já avisou que o anúncio da dupla de pilotos para a temporada 2015 da F1 só virá no mês que vem. Até lá, fica a dúvida sobre quem será o companheiro de Fernando Alonso. Para isso, a escuderia de Woking tem duas opções:

A primeira é manter Jenson Button, que já trabalhou com a Honda, é mais experiente e pode ajudar o espanhol a desenvolver o novo carro. O britânico, aliás, mais do que provou ser capaz de somar pontos de forma consistente, o que é importantíssimo para o Mundial de Construtores e a consequente premiação.

A segunda alternativa é seguir com Kevin Magnussen. Campeão da World Series by Renault no ano passado, o dinamarquês é tratado como um piloto promissor – e mais barato. Além disso, ele não representa uma ameaça a Alonso para ser número 1. A ideia, portanto, é que ele consiga pontuar da forma mais constante possível ao mesmo tempo em que se desenvolve, enquanto o espanhol vai conseguindo os principais resultados.

Caso a McLaren queria uma terceira opção, ela pode escolher Stoffel Vandoorne. O belga do time júnior da escuderia está na luta pelo vice-campeonato da GP2, categoria na qual conquistou quatro vitórias neste ano, além de quatro poles seguidas, um feito inédito no certame. Entretanto, o chefe da equipe inglesa, Eric Boullier, já afirmou que a tendência é o garoto permanecer no campeonato de acesso por mais uma temporada.

Quando se tem tantos bons pilotos assim disputando uma vaga, não é um problema ruim. Pelo contrário. É uma situação muito melhor, por exemplo, que precisar optar por quem paga mais. No entanto, essa situação de não ter lugar para todo mundo é bastante comum para as equipes que resolvem investir em desenvolver jovens talentos, mas sabem que só vão conseguir resultados com veteranos estabelecidos.

A Red Bull tem uma equipe apenas para dar chances aos garotos

A Red Bull tem uma equipe apenas para dar chances aos garotos

É o que a Renault viveu há alguns anos. Após conquistar os dois títulos mundiais com o mesmo Alonso, a escuderia francesa passou a dar mais importância aos garotos. Nesse período, passaram pelo time Heikki Kovalainen, Nelsinho Piquet e Romain Grosjean, além de Lucas Di Grassi, que nunca deixou a função de reserva. Só que nenhum deles foi capaz de se estabelecer na F1, uma vez que sempre havia a pressão interna para dar uma chance para quem estivesse se destacando nas categorias de base. A situação era tão tensa, que Robert Kubica, sem oportunidades, chegou a ser dispensado pela fabricante antes de assinar com a BMW.

A situação é similar com a McLaren. Não há dúvidas de que – do ponto de vista do desempenho – seria mais vantajoso ter Alonso e Button para o ano que vem, mas existe a pressão para continuar o investimento em Magnussen, ao mesmo tempo em que Vandoorne começa a ser firmar. Assim, a tendência é em 2015 voltarmos a este mesmo assunto, mas com o belga como protagonista. E isso tudo sem falar em Nyck De Vries, agora na World Series by Renault.

A única equipe grande da F1 que conseguiu contornar esse problema foi a Red Bull. Desde que passou a tratar a Toro Rosso como um time B, a esquadra de Milton Keynes foi capaz de dar oportunidade a diversos jovens na F1, mas sem que isso atrapalhasse a continuidade da dupla principal, o que foi fundamental para a conquista dos quatro títulos de Construtores consecutivos, de 2010 a 2013.

O que aprendemos com o novo Chase da Nascar?

Publicado novembro 18, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Nascar

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Kevin Harvick e Ryan Newman tiveram abordagens opostas em 2014

Kevin Harvick e Ryan Newman tiveram abordagens opostas em 2014

Ao longo dos anos, Kevin Harvick ganhou o apelido de ‘The Closer’ na Nascar pela habilidade de ganhar corridas com ultrapassagens nas voltas finais, mesmo tendo largado apenas no meio do grid. Em 2014, a situação mudou um pouco. O americano passou a se classificar bem – 9,1 de posição média de largada –, mas não conseguia transformar esse ritmo em vitórias, fosse por problemas mecânicos, acidentes ou erros tanto do piloto quanto da equipe nos boxes.

Na verdade, Harvick não deixou o apelido para trás. Se antes ele era especialista em chegar forte nas voltas finais de uma corrida, agora ele mostrou que não amarela nos momentos de decisão de um campeonato. Com vitórias nas duas últimas etapas do ano, em Phoenix e em Homestead-Miami, o americano garantiu o primeiro título da carreira na principal divisão da Nascar.

A campanha, aliás, foi irretocável. Após as 36 corridas, o piloto da Stewart-Haas obteve cinco vitórias, oito poles e liderou 2137 voltas, mais do que qualquer outro competidor. A última dessas voltas foi a decisiva em Homestead, quando recebeu a bandeira quadriculada com uma vantagem de 0s5 para Ryan Newman, o vice em 2014.

Ao contrário de Harvick, o novo piloto da RCR teve uma temporada mais modesta. Não largou na frente, não ganhou e só liderou 41 giros no ano. Se tivesse liderado uma 42ª – a última da decisão –, a história teria sido outra. Por isso, quando os quatro finalistas do Chase foram conhecidos, a presença de Newman foi a que gerou maiores reclamações. Afinal, como pode um piloto que sequer venceu em 2014 estar na luta pela taça, enquanto nomes como Brad Keselowski (seis triunfos no ano), Jeff Gordon (quatro) e Jimmie Johnson (quatro) ficaram fora da disputa?

Mas essa crítica é um pouco surpreendente. Imagino que venha de alguém que não acompanhe automobilismo tão de perto. A história do esporte a motor está repleta de exemplos de pilotos que tinham carros imbatíveis, mas não conseguiam terminar todas as corridas contra adversários mais cerebrais, que não venciam muito, mas estavam sempre somando pontos importantes.

E não dá para dizer que Newman foi à decisão em Homestead por sorte. O americano conquistou 16 top-10 na temporada e, quando o corte do Chase aconteceu após a prova de Richmond, ele era o oitavo na tabela, apenas seis pontos atrás de Harvick. E isso num ano que Clint Bowyer, o 11º, sequer chegou à fase final da temporada. Por isso, se houver alguma correção para fazer no formato dos playoffs para o ano que vem, certamente não é evitar que um novo Ryan Newman esteja na decisão.

A última das 2137 voltas lideradas por Harvick no ano

A última das 2137 voltas lideradas por Harvick no ano

Talvez o maior problema do formato da fase final da Nascar é que é praticamente impossível se recuperar – salvo uma vitória – em caso de abandono. Basta ver que Gordon conquistou dois segundos lugares em três corridas da semifinal, mas ainda assim acabou eliminado graças ao 29º posto no Texas, onde havia dominado a prova, mas se envolvido em um toque com Keselowski nas voltas finais.

Quem também sofreu com esse sistema foi Kyle Busch. Ele era o terceiro dos 12 do Chase após a corrida de Charlotte, mas a batida em Talladega acabou com as chances de avançar à semifinal. Até Harvick correu o risco de ficar de fora da decisão, caso não tivesse vencido em Phoenix, em virtude da batida em Martinsville.

Para evitar que isso aconteça no ano que vem, a Nascar pode alterar o formato dos playoffs. Gordon, por exemplo, já sugeriu à categoria que os pilotos não tivessem a pontuação igualada após cada grupo de três etapas. Assim, quem foi bem no começo poderia ter uma gordura para queimar em caso de problema mecânico ou acidente. O problema dessa ideia é chegar a Homestead com alguém precisando apenas largar para ser campeão.

Uma alternativa seria mudar o formato de 3-3-3-1 para 2-3-4-1 no Chase. Isto é, ao invés cortar os pilotos a cada três corridas, a primeira fase – com 16 competidores – seria mais curta, enquanto a semifinal – com oito – levaria quatro provas. Há duas vantagens aí. Com 16, mesmo que um piloto tenha um mau resultado, a chance de isso também acontecer com os adversários é maior. Daí ele pode conseguir se recuperar para avançar. Uma prova a menos na primeira fase também significa que Talladega deixa de ser a corrida de eliminação na fase seguinte, o que dá uma margem menor pra a sorte. E ter quatro provas na semifinal acaba premiando a regularidade e permitindo que, mesmo quem abandonar alguma, ainda tenha uma alcançar a final.

Enquanto a Nascar não anuncia se haverá alguma novidade em 2015, o novo Chase deixou claro que o mais importante para avançar até a final é ter regularidade. Mas, como Newman mostrou, nada feito se você não tiver velocidade o suficiente para liderar ao menos a última volta da temporada.

Xô, zica

Publicado novembro 17, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Outras Categorias

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Maro Engel levou a Mercedes ao degrau mais alto do pódio em Macau

Maro Engel levou a Mercedes ao degrau mais alto do pódio em Macau

Maro Engel tinha negócios inacabados com Macau. Piloto da Mercedes e com passagem pelo DTM e pela V8 Supercars, o alemão havia liderado a corrida de carros GT do ano passado, no Circuito da Guia, de forma dominante até sofrer um problema mecânico e ser obrigado a abandonar. Pior para a montadora de Stuttgart, que ainda viu a rival Audi ficar com a taça em nova vitória de Edoardo Mortara, a sexta do italiano desde 2009.

Em 2014, o drama parecia ainda maior. Dessa vez, Mortara era quem tinha o carro mais rápido do grid e, assim, conquistando a pole-position para a prova. O segredo da Audi era um acerto com mais downforce, melhor para o setor da montanha. Nas retas, as Mercedes levariam a melhor, mas a ideia era que o carro das quatro argolas fosse capaz de abrir uma diferença suficiente para evitar os ataques dos rivais.

Ou seja, a pior coisa que poderia acontecer para Mortara e a Audi era ser ultrapassado logo na primeira volta. Se isso acontecesse, dificilmente teria condições de retomar a posição, uma vez que a máquina não teria velocidade suficiente nas retas, e na parte montanhosa não há pontos de ultrapassagem.

Sabendo disso, assim que as luzes verdes foram apagadas, o piloto italiano fez de tudo para manter a ponta. Ao perceber que Earl Bamber, da Porsche, havia tracionado melhor, Edo bloqueou o avanço do neozelandês enquanto rumava para a primeira curva. O único problema é que ele se esqueceu das Mercedes.

Enquanto o italiano fechava a porta do atual campeão da Porsche Supercup, Maro Engel e o companheiro de equipe Renger van der Zande aproveitaram o espaço aberto para pular na frente. A partir daí, a corrida se tornou uma verdadeira disputa entre gato e rato. Os dois carros prateados abriam na reta, mas viam Mortara se aproximar perigosamente no setor mais sinuoso, embora não fosse capaz de tentar uma manobra.

A largada acabou decidindo a corrida

A largada acabou decidindo a corrida

Assim, para que o italiano do DTM mantivesse a sequência de vitórias, ele precisava contar com a sorte. Ou Engel voltaria a enfrentar o pesadelo de uma quebra enquanto estivesse na frente, ou os carros mais lentos do GT asiático – que competem em um regulamento um pouco diferente do GT3 – poderiam atrapalhar o líder o suficiente para lhe tirar velocidade e permitir uma ultrapassagem.

A edição de 2013 da prova, aliás, foi decidida justamente assim. Mortara estava em segundo, mas ainda precisava superar o Porsche de Alexandre Imperatori. O suíço fez de tudo para manter a ponta, mas perdeu momentum ao tentar ultrapassar um retardatário justamente no início das retas e viu o italiano assumir a liderança antes de abrir a última volta.

Dessa vez, Engel realmente teve muitos adversários mais lentos pelo caminho. É verdade que a diferença dele para Van der Zande e para Mortara chegou a cair pele metade, mas nada que o impedisse de receber a bandeira quadriculada e, enfim, acabar com o reinado do italiano no Circuito da Guia.

A quarta colocação ficou com o Audi Laurens Vanthoor, parceiro de Cesar Ramos nas corridas da Blancpain. O brasileiro Augusto Farfus conseguiu levar a BMW à quinta posição após ultrapassar Bamber, mas não sendo capaz de manter o mesmo ritmo dos líderes.

Além da vitória de Engel, o outro destaque da corrida de Macau foi a presença maciça de pilotos reconhecidos mundialmente. Mesmo em um fim de semana com conflito de agenda com o WEC, a prova também teve nomes como o atual campeão do DTM, Marco Wittmann, e Jean-Karl Vernay pilotando um Bentley.

A expectativa da organização da prova é que ano que vem todos os carros estejam dentro do regulamento GT3, aproximando um pouco mais os pilotos do campeonato asiático do resto do grid e também atraindo ainda mais nomes internacionais. Ou seja, vai estar cada vez mais difícil para Mortara tentar recuperar a coroa.

Você pode clicar aqui para conferir os resultados completos de Macau no fim de semana, assim como das principais categorias do automobilismo mundial.

Lauda 1 x 0 Hunt

Publicado novembro 15, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Outras Categorias

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Um Lauda voltou ao alto do pódio

Um Lauda voltou ao alto do pódio

Não foi só o Mundial de Endurance (WEC) que correu neste fim de semana no Bahrein. Enquanto Toyota, Porsche e Audi faziam os últimos preparativos para encarar a corrida de seis horas de duração, quem ia à pista era o MRF Challenge, campeonato indiano pré-F3, que foi encarregado de fazer a preliminar do evento.

Depois de dois anos reunindo bons pilotos da Europa, Ásia e Estados Unidos, o certame de base ganhou destaque em 2014 ao reeditar a briga entre Niki Lauda e James Hunt na temporada 1976 da F1 e retratada recentemente no filme ‘Rush’. Para isso, os organizadores do campeonato convidaram os filhos dos ex-pilotos de F1, Mathias Lauda e Freddie Hunt, para competirem.

Só que o novo embate vai tendo um resultado um pouco diferente do que aconteceu há quase 40 anos. Se James Hunt conquistou o título da F1 em 1976, desta vez é a família Lauda que vai comemorando. É verdade que Mathias está longe da luta pelo título do MRF, mas o austríaco – com passagens pela F3000, DTM e Nascar Europeia – teve motivos para celebrar neste sábado, dia 15.

Isso porque ele conquistou de ponta a ponta a primeira vitória da carreira no campeonato. Lauda, na verdade, foi beneficiado pela regra do grid invertido. Tendo chegado em sexto na terceira bateria, ele foi promovido à pole-position, tendo o brasileiro Vinicius Papareli largando ao lado. Hunt, por sua vez, alinhou apenas em 14º devido a um acidente na prova anterior.

A partir daí, o filho do agora dirigente da Mercedes não teve problemas para controlar o ritmo. Após as 12 voltas da disputa, ele recebeu a bandeira quadriculada com uma vantagem de 0s6 para o sul-africano Kyle Mitchell. Papareli abandonou enquanto brigava para manter a segunda colocação, enquanto Hunt deixou a disputa ainda na segunda volta, quando já havia ganhado algumas posições.

Mesmo com a derrota – ainda que momentânea – de Hunt, os britânicos têm motivos para comemorar, uma vez que Toby Sowery lidera o campeonato. O irlandês Ryan Cullen vem logo atrás.

Desta vez o MRF Challenge teve apenas Papareli como representante do Brasil. Pedro Cardoso, que havia participado da primeira etapa, ficou de fora. Outra ausência importante no grid foi o badalado jovem russo Nikita Mazepin. A última etapa da temporada está marcada para os dias 24 e 25 de janeiro, em Madras, na Índia.

Você pode clicar aqui para ver os resultados completos do MRF Challenge neste fim de semana, assim como das principais categorias do automobilismo mundial.

Capitão América em Macau

Publicado novembro 14, 2014 por Felipe Giacomelli
Categorias: Fórmula 3

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Gustavo Menezes é o Capitão América em Macau

Gustavo Menezes é o Capitão América em Macau

Você se lembra daquele épico capacete de Sebastian Vettel, no GP dos Estados Unidos, com o escudo do Capitão América no topo? Então veja o layout do americano Gustavo Menezes para o GP de Macau de F3, que está sendo disputado neste fim de semana. Além de ter um carro com as cores do vingador, o piloto levou para o Circuito da Guia um macacão igual ao uniforme do super-herói.

Apesar de o garoto não ter conseguido um bom resultado no GP, o visual ganhou destaque. Afinal, onde mais podemos encontrar um carro com as cores do Capitão América e patrocinado pelo Snapchat andando em altíssima velocidade por uma sinuosa encosta de montanha?

Menezes, aliás, não foi o único piloto em Macau com um esquema de pintura diferente do usado no restante do ano. É comum patrocinadores asiáticos fecharem contrato com as equipes apenas para este fim de semana, aproveitando toda a exposição que o GP tem naquele lado do mundo.

Até o ano passado, quem se aproveitava disso eram os cassinos. No entanto, o governo de Macau tem tentado cada vez mais desassociar a imagem do local com a jogatina e, por isso, proibiu a publicidade de jogos. Só que isso não impediu a chegada de novos patrocinadores à F3, fazendo com que diversos carros tivessem visuais novos.

Abaixo você pode ver todos os novos layouts diferentes, incluindo o do carro de Menezes. As fotos são da F3 Euro e da organização do GP de Macau.

O carro Capitão América

O carro Capitão América

Pelo segundo ano, a Prema imita o icônico layout da Marlboro

Pelo segundo ano seguido, a Prema imita o icônico layout da Marlboro

A Double R trocou o azul pelo preto no carro de Roberto Merhi

A Double R trocou o azul pelo preto no carro de Roberto Merhi

O carro de Max Verstappen tem uma presença ainda maior da Red Bull (se é que isso é possível)

O carro de Max Verstappen tem uma presença ainda maior da Red Bull (se é que isso é possível)

Yu Kanmaru e o sol nascente

Yu Kanmaru e o sol nascente

A Signature está de azul e com sua marca asiática

A Signature está de azul e com sua marca asiática

Felix Rosenqvist de dourado ao invés de laranja

Felix Rosenqvist de dourado ao invés de laranja

Nick Cassidy tem um novo patrocinador

Nick Cassidy tem um novo patrocinador

As cores da Gulf com Jordan King

As cores da Gulf com Jordan King

Felix Serralles com patrocinador chinês

Felix Serralles com patrocinador chinês

Ué, que circuito é esse desenhado ao lado do carro de Markus Pommer? Oh, wait...

Que circuito é esse desenhado ao lado do carro de Markus Pommer? Oh, wait


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