Formula One World Championship
A Renault já sabia que 2016 ia ser um ano difícil, mas ela tem investido, e os resultados não estão aparecendo

Talvez, durante o fim de semana do GP da Inglaterra, alguém não tenha dado tanta importância ao anúncio feito pela Renault.

A equipe francesa, que não anda muito satisfeita com os resultados deste ano (tem sido constantemente eliminada no Q1, Kevin Magnussen e Jolyon Palmer têm batido demais e só pontuou uma vez, com o sétimo lugar do dinamarquês na Rússia), resolveu trocar quem-manda-em-quê.

Cyril Abiteboul foi mandando de volta à fábrica de Enstone, onde ele supervisionará o desenvolvimento do carro, enquanto Frederic Vasseur foi escolhido como sucessor e promovido ao posto de chefe de equipe.

Vasseur, que chegou à Renault nesta temporada, juntamente com o retorno da escuderia à F1. Antes, ele ocupava a função de chefe de equipe da ART Grand Prix, time campeão da GP2 no ano passado com Stoffel Vandoorne.

Ele também é um dos fundadores da ART ao lado do compatriota Nicolas Todt, um dos principais empresários da F1. Entre os pilotos que Todt comanda está Felipe Massa, especulado na Renault há alguns meses.

Apesar de a ligação entre Todt e Vassuer não garantir a chegada do brasileiro ao time francês, ele ganhou um aliado forte dentro da equipe para defender sua contratação.

Por falar em Renault, nesta semana, o jornalista Americo Teixeira Jr. publicou que a Petrobras, patrocinadora de Massa, já está em negociações com a montadora. Mas, segundo ele, para fornecer combustível e outros compostos para a Toro Rosso, uma vez que a Renault e Red Bul já têm longos acordos com a Total.

Mas quem é que não ligou dois mais dois nessas horas, não é mesmo?