Volta por cima de André Negrão na GP2?

André Negrão testou pela Rapax em Abu Dhabi
André Negrão testou pela Rapax em Abu Dhabi

André Negrão deve ser o único brasileiro na GP2 em 2016. Nesta semana, como forma de preparação para o próximo ano, ele participou dos treinos de pós-temporada da categoria, em Abu Dhabi, ficando sempre entre os dez primeiros.

O desempenho foi similar ao da última etapa do ano, também em Yas Marina, quando terminou em nono na primeira corrida e estava entre os seis primeiros quando a segunda foi cancelada, mas diferente do que mostrou no restante da temporada.

Apesar de ter feito o segundo ano na categoria, dá para dizer que o rendimento de Negrão regrediu. Do 12º lugar em 2014, com 31 pontos, ele caiu para a 20ª posição e apenas cinco pontos marcados neste ano, o que abriu espaço para desconfianças sobre sua real capacidade.

A explicação do próprio piloto é que o motor fornecido pela Mecachrome à equipe Arden tinha um problema na potência. Assim, quando a fabricante trocou o equipamento para Abu Dhabi, ele pôde voltar a brigar pelo top-10.

Para o ano que vem, o brasileiro já decidiu deixar a escuderia inglesa e está próximo da Rapax, para quem testou nos três dias em Abu Dhabi.

A Rapax é uma equipe não mais que mediana na categoria. Tendo surgido após o fim da Piquet GP, ganhou destaque ao levar Pastor Maldonado ao título de 2010. Três anos mais tarde, dominou a primeira metade da temporada com Stefano Coletti, mas o monegasco teve uma brusca queda de desempenho na fase final, deixando a taça com Fabio Leimer.

Em 2015, a equipe voltou ao protagonismo com o desempenho surpreendente bom de Sergey Sirotkin. Mesmo novato, o russo fechou o ano em terceiro, com uma vitória na corrida longa de Silverstone.

Ele negocia a renovação com a equipe italiana, o que pode ser um problema para Negrão. É que Sirotkin quer a esquadra focada nele e em suas ambições de título para continuar, o que pode tornar a vida de seu companheiro complicada.

Além da Rapaz, Sirotkin também testou pela Prema e pela Racing Engineering.

O líder da atividade foi o japonês Nobuharu Matsushita, companheiro de Stoffel Vandoorne na ART em 2015. Nicholas Latifi, que deve pilotar para a Dams em 2016, foi o segundo.

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