Novos carros da F1 2018 – McLaren MCL33

Pilotos
2 – Stoffel Vandoorne (BEL)
14 – Fernando Alonso (ESP)

Difícil pensar em uma equipe mais ansiosa que a McLaren para o início da temporada 2018 da F1.

Afinal, neste ano, a escuderia terá motores Renault no lugar dos problemáticos Honda. Nas três temporadas com a montadora japonesa, o time inglês nem sequer subiu ao pódio e pontuou 31 vezes, contra 34 abandonos e inúmeras punições com perdas de posições no grid por troca de algum componente – ou de todos – do propulsor.

Uma das consequências do acordo com a Renault ter sido fechado apenas em setembro era atrasar o desenvolvimento do MCL33. Mas, segundo a McLaren, levou apenas duas semanas para redesenhar os componentes que precisavam de alteração, uma vez que os motores de Renault e Honda são bem diferentes na forma como são construídos.

Quanto ao resto do carro, não era preciso fazer grandes alterações, já que o MCL32, o equipamento usado em 2017, era considerado um dos melhores da F1, com exceção do propulsor, evidentemente.

Assim, o MCL33 segue com um bico como se estivesse “se derretendo” e o aerogato (aerofólio com recorte similar a um gato, também usado pela Renault) na lateral do sidepod. Entre as novidades, estão mais aletas na carenagem acima do sidepod e entradas de ar menores, já que o motor da Renault parece não precisar de tanta refrigeração.

Também é novo o design do carro, predominante em laranja-papaia, similar ao usado por Alonso nas 500 Milhas de Indianápolis do ano passado. Esse era um pedido antigo dos fãs, que enfim foi atendido pela equipe. O carro ainda tem tons de azul, principalmente onde há os logos da Chandon, enquanto o halo é preto, com pouco destaque.

Aliás, quem se deu bem foi a Petrobras. Recém-anunciada como patrocinadora da McLaren, a estatal brasileira é dona do único logo na lateral do carro, por enquanto.

PONTO FORTE: ter um piloto do calibre de Fernando Alonso motivado por contar com o motor Renault após três anos ruins com o equipamento Honda é uma vantagem muito grande.

Ainda mais porque, para alguns, a McLaren tinha o melhor chassis do ano passado, cujo desempenho, no entanto, era limitado pelo propulsor japonês. Para esse ano, praticamente não houve alterações na equipe de engenheiros.

PONTO FRACO: Alonso só tem contrato até o fim de 2018 e, com vagas abertas em Mercedes, Ferrari, Red Bull e Renault, não há nenhuma certeza de que o espanhol permanecerá para o ano que vem. Também resta saber se o bicampeão conseguirá chegar ao fim do ano fisicamente inteiro, já que vai disputar ao mesmo tempo a F1 e o WEC, o Mundial de endurance.

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Clique abaixo para saber mais sobre as equipes da F1 2018:
Guia da F1 2018
Haas – VF-18
Williams – FW41
Red Bull – RB14
Renault – RS18
Sauber – C37
Ferrari – SF71H
Force India – VJM11
Mercedes – W09
Toro Rosso – STR13

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