Pedro Piquet é vice da Toyota Racing Series

Não deu para Pedro Piquet na decisão da temporada 2017 da Toyota Racing Series.

O piloto brasileiro até chegou à última corrida da temporada, o GP da Nova Zelândia, na liderança do campeonato, mas acabou ultrapassado por Thomas Randle, que ficou com o título.

Aliás, os três primeiros colocados da tabela estavam separados por apenas dois pontos antes da corrida decisiva. Assim, quem chegasse na frente entre Piquet, Randle e Richard Verschoor levaria a taça.

O bicampeão da F3 Brasil foi quem largou na frente, em segundo. Randle era o terceiro, e Verschoor estava em quinto.

Só que a prova acabou interrompida pela bandeira vermelha devido a um forte acidente de Christian Hahn na largada. No recomeço, Piquet caiu de segundo para quarto, sendo ultrapassado por Marcus Armstrong e também por Randle.

Daí, jamais conseguiu se aproximar do australiano para ter condições de tentar retomar a posição.

Apesar de o título não ter vindo, a campanha do brasileiro foi boa. Ele terminou todas menos as primeiras duas corridas da temporada entre os cinco primeiros.

A maior deficiência foi os treinos classificatórios, onde só na última etapa o brasileiro largou na primeira fila. O que geralmente era compensado com boas largadas, bom ritmo de corrida e tendo cometido mínimos erros.

Como consequência de não se classificar tão bem, das três vitórias que conquistou neste ano, duas vieram em grid invertido. É um problema porque a F3 Euro, campeonato o qual deve disputar mais uma vez em 2017, não tem a regra do grid invertido, o que pode complicar o desempenho do brasileiro.

Ainda assim, Piquet chegou à Nova Zelândia marcado pelo ano fraco na F3 em 2016, no qual acumulou mais acidentes fortes que pódios, e deixa o país da Oceania apenas a seis pontos do título e o melhor desempenho de um brasileiro até hoje na Nova Zelândia. Uma boa maneira de recuperar a confiança antes de retomar a carreira na Europa.

Em tempo, não dá para dizer que o filho de Nelsão só perdeu o título da Nova Zelândia porque foi punido por bloquear um piloto (neozelandês, veja você) em uma briga por posições ainda na primeira etapa.

Por mais que a punição possa ser questionável, incidentes aconteceram com todos os outros pilotos do grid. Verschoor foi envolvido sem culpa em um acidente, e Randle escapou da pista na rodada decisiva de Manfeild. Esse tipo de contratempo é do jogo.

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