A equipe que (des)aposenta brasileiros

Tirando Nelson Piquet, os pilotos brasileiros não tiveram sorte em se manter na F1 após passarem pela Williams.

Sem contar Ayrton Senna, por motivos óbvios, os três representantes seguintes do país que chegaram a correr pela escuderia não conseguiram se transferir para outro time e deixaram a categoria.

O primeiro foi Antonio Pizzonia, que disputou nove GPs pelo time entre 2004 e 2005, com quatro sétimos lugares como melhor resultado. A Williams, no entanto, trouxe Nico Rosberg para a temporada seguinte, e o brasileiro ficou sem vaga.

Em 2010 e 2011, foi Rubens Barrichello que correu pela escuderia, antes de ser substituído por Bruno Senna. O veterano até tentou permanecer na categoria por mais uma temporada, mas acabou se dedicando à Indy e à Stock Car nos anos posteriores.

Bruno correu pela esquadra inglesa por uma temporada, sendo substituído por Valtteri Bottas no ano seguinte. Longe da F1, primeiro acertou a ida para o WEC pela Aston Martin e já andou de Formula E e na Blancpain GT Series desde então.

Parecia que Felipe Massa ia seguir o mesmo caminho. Após três anos pela Williams, ele anunciou no ano passado que estava se aposentando da F1.

Curiosamente, com a saída de Rosberg e a ida de Bottas para a Mercedes, a situação se inverteu.

De equipe que aposenta brasileiros, a Williams se tornou a equipe que desaposenta brasileiro ao promover o retorno de Massa para a vaga ao lado de Lance Stroll, alguns meses. As coisas realmente mudam rápido na F1.

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