A primeira vitória de Felipe Drugovich nos monopostos

Felipe Drugovich teve seu primeiro fim de semana como protagonista na carreira.

Competindo em Dubai pelo MRF Challenge, categoria que teve Pietro Fittipaldi como campeão no último ano, o brasileiro conquistou uma vitória e dois segundos lugares ao longo das quatro corridas da etapa.

Ele também havia sido o segundo colocado nos dois treinos livres disputados, embora tivesse escorregado na classificação, quando ficou com o sétimo lugar no grid de largada.

O resultado só não foi superior ao do australiano Joey Mawson. O atual campeão da F4 Alemã também teve uma vitória e dois segundos lugares, mas terminou em terceiro na outra corrida, além de ter conquistado a pole-position da rodada.

Com o resultado, Drugovich assumiu a terceira colocação do campeonato, mas 36 pontos distante de Mawson, o líder. A segunda colocação é da Harrison Newey. O filho de Adrian Newey, o projetista da Red Bull, soma oito a mais que o brasileiro.

A quarta posição na tabela é de Mick Schumacher, que está três pontos atrás de Drugovich. O alemão despencou na classificação geral após não ter pontuado em duas das baterias neste fim de semana depois de se envolver em toques.

O problema é que esses pequenos enroscos tem sido uma tendência negativa da carreira de Schumacher, mesmo que não seja o culpado em alguns deles. Foi assim que ele perdeu o título da F4 Italiana para Marcos Siebert, tendo só pontuado em duas das últimas seis provas, quando obteve uma vitória e um segundo lugar.

Ou seja, Schumacher é dono de um ritmo de corrida incrível, mas ainda tem comprometido seu desempenho com erros e incidentes.

O outro brasileiro na competição é Pedro Cardoso, o sétimo na tabela. Ele só não está entre os cinco primeiros do campeonato porque não participou da última das quatro baterias em Dubai.

Cardoso, aliás, nesta semana anunciou que vai disputar a Euroformula Open em 2017 pela equipe de Teo Martín.

O brasiliense, no entanto, é conhecido por começar o ano em uma categoria e não terminá-la. Foi assim na Ginetta Junior (2014), F3 Brasil (2015 e 2016) e Prototype Lites (2016). Ao mesmo tempo, quando se dedicou a campeonatos como F4 Sudamericana e F-Junior, foi campeão de ambas.

Quanto à equipe de Teo Martín, o equipamento é um grande ponto de interrogação. Na última temporada, o time só conseguiu andar bem nas duas últimas rodadas (antes não terminou entre os cinco primeiros nenhuma vez) quando teve Dorian Boccolacci e Harrison Scott, ambos vindos da F-Renault Eurocup, nos carros.

Resta saber como a equipe vai voltar para 2017, tendo já garantido um piloto com tanta antecipação.

Por fim, Bruna Tomaselli, que disputou a etapa do Bahrein, não esteve presente em Dubai no último fim de semana.

Você pode clicar aqui para ver os resultados completos do MRF Challenge em Dubai, assim como os das principais categorias do automobilismo mundial neste fim de semana.

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