Como as saídas de Button e Massa afetam o mercado de pilotos da F1 2017

A aposentadoria de Felipe Massa e o ano sabático de Jenson Button colocaram pontos de interrogação no mercado de pilotos da F1 2017.

Como eram especulados em Williams e Renault, agora esses dois times têm vagas para preencher, mas sem um candidato óbvio.

Talvez a chave para solucionar os mistérios fosse Sergio Pérez, que busca um equipamento melhor que a Force India para enfim brigar de forma constante por pódios e vitórias. A imprensa britânica, no entanto, diz que o mexicano deve renovar com a Force India para a próxima temporada.

Faz todo sentido. Nas últimas provas, a equipe indiana tem ido melhor que a Williams. E uma transferência para a Renault seria uma aposta a longo prazo. A própria montadora francesa disse que deve levar cerca de cinco anos para brigar por títulos.

Se Pérez realmente ficar na Force India, os favoritos para a vaga da Williams são Felipe Nasr e Lance Stroll.

Não espere ver o brasileiro pagar pelo cockpit mais que Stroll, cujo pai é um bem-sucedido empresário canadense. Mas o encontro de Nasr com Michel Temer há algumas semanas (para provavelmente negociar patrocínio estatal da Petrobras) e a manutenção do Banco do Brasil como investidor indicam que ele quer apresentar um bom pacote para as equipes na hora de negociar.

E a Williams também pode optar por alguém mais experiente. Stroll deve vencer a F3 Euro neste ano, mas seria um passo muito grande ir direto para a F1, apesar de ele planejar restar com carros antigos da categoria em pistas da Ásia na pós-temporada.

Lembrando que Stroll tem a carreira acompanhada por Luca Baldisserri, antigo responsável pela Academia da Ferrari. Nos seus anos em Maranello, não foram poucos os pilotos que se queimaram ao pular etapas do próprio desenvolvimento.

Na Renault, sem Massa, Stoffel Vandoorne e Pérez, a escolha de pilotos fica ainda mais restrita. Até porque Esteban Ocon acertou com a Manor. Vai ser interessante ver se a Mercedes o libera para ser titular da montadora francesa no ano que vem.

Kevin Magnussen e Jolyon Palmer não têm agradado porque batem demais e caem constantemente no Q1 das classificações. Mas dentro da falta de opções, podem acabar permanecendo no time. Sergey Sirotkin, que ensaiou lutar pelo título da GP2, pode correr por fora para uma vaga na equipe francesa.

Outra opção é quem sobrar entre Pierre Gasly e Daniil Kvyat na Toro Rosso, da mesma forma que Antonio Giovinazzi, ainda mais se for campeão da GP2.

O italiano tem a carreira bancada por um empresário da Indonésia, que precisaria colocar muito dinheiro na F1 para garantir uma vaga a seu pupilo. Mais do que tem investido até agora.

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