O desempenho dos brasileiros no treino de F4 da Seletiva Petrobras

Os pilotos andaram com um carro da F4 - foto de fabio oliveira/seletiva petrobras
Os pilotos andaram com um carro da F4 – foto de fabio oliveira/seletiva petrobras

Uma das principais competições do kartismo brasileiro, a Seletiva Petrobras teve uma mudança de última hora na premiação dada aos vencedores da edição de 2015 do evento.

É que o prometido treino com um carro de F-Renault da equipe Koiranen, atual bicampeã do certame, acabou sendo substituído por uma sessão de testes com um F4, da mesma esquadra finlandesa.

Como a Koiranen deixou a F-Renault no fim de 2015, fazia mais sentido que o teste acontecesse na F4, certame no qual ela organiza as versões Norte-Europeia (SMP) e Espanhola.

A organização da Seletiva Petrobras também considerou a mudança positiva, já que Vinicius Papareli e Bruno Bertoncello, campeão e terceiro colocado do torneio deste ano, puderam comparar o desempenho com os dos pilotos da Koiranen.

Eles foram à pista do Algarve no dia 11 de dezembro, no mesmo dia em que a equipe estava realizando o campeonato de inverno da F4 Espanhola.

Apesar de os tempos dos treinos não terem sido divulgados, os brasileiros fecharam o grid de nove participantes das atividades.

Papareli e Bertoncello foram os únicos a andar em 1min51s, enquanto o resto dos competidores foi ao menos alguns décimos mais rápidos. O mais veloz daquele dia foi o canadense Devlin DeFrancesco, do programa da Ganassi, que estreia na F4 MSA neste ano.

Destaque também para Alexander Vartanyan, apontado como um dos jovens mais promissores do automobilismo da Rússia. O título do campeonato de inverno, porém, ficou com Enaam Ahmed, que já havia dominado as últimas etapas da F4 Norte-Europeia no ano passado.

Para analisar o desempenho dos brasileiros, é preciso ter cautela. Se por um lado eles não chamaram a atenção, também tinham menos experiência que os concorrentes.

Enquanto eles subiram em um F4 pela primeira vez, o campeonato de inverno estava na segunda etapa. Ou seja, os outros sete pilotos já conheciam o equipamento muito bem devido aos testes e corridas em Jerez de la Frontera alguns dias antes.

Não dá para colocar, portanto, todo mundo em pé de igualdade.

Além do treino de F4, os brasileiros puderam guiar o Mitsubishi da Lancer Cup, visitar a equipe Williams de F1 e pilotar em um simulador da categoria, entre outros prêmios.

Vice-campeão da Seletiva, Gaetano di Mauro participou de todo o programa da premiação, mas voltou ao Brasil antes do teste com o F4, já que ia participar da etapa do Brasileiro de Marcas, em Interlagos, marcado para o fim de semana seguinte.

Uma pena, pois ele era o único dos três que já tinha experiência em um equipamento de F4 – embora o usado na F4 Inglesa em 2014, quando ele correu, fosse um pouco diferente. Daí ficaria mais fácil ver como ele se sairia contra os pilotos da Koiranen.

Pelo título, Papareli também embolsou R$ 64 mil.

Confira (quase) os tempos do treino do brasileiros na F4:

tempos

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