Para que serve o clube dos pilotos da F-E?

A F-E começa em setembro
A F-E começa em setembro

Com a estreia marcada para o dia 13 de setembro de 2014, pouco a pouco a F-E vai ganhando espaço no noticiário. O que começou apenas como uma curiosidade – ver corridas de carros totalmente elétricos – cresceu e se tornou um campeonato não só respeitado por todos no esporte a motor, como também uma alternativa à F1.

Depois de as dez equipes terem sido apresentadas, nas últimas semanas começaram os anúncios dos pilotos. Lucas di Grassi e Daniel Abt vão defender a Abt (Audi), Jaime Alguersuari e Sam Bird competirão pela Virgin, Franck Montagny será um dos representantes da Andretti, enquanto Bruno Senna e Karun Chandhok vão reeditar uma velha parceria – você pode clicar aqui para ver os confrontos anteriores – na Mahindra.

Antes de esses sete nomes serem revelados, porém, a organização da F-E montou uma lista com 40 competidores, chamada de ‘clube dos pilotos’. Como são apenas 20 vagas para esta temporada e havia gente dos mais variados campeonatos, o tal clube chamou alguma atenção, embora o próprio certame não tenha explicado para exatamente para que ele servia.

Durante o GP de Mônaco, um site americano fez uma entrevista com Alexander Rossi e Conor Daly. Como os dois competem na GP2, eles são o mais próximo de um representante dos EUA na F1 desde Scott Speed.

No meio das perguntas – muitas delas sobre hobbies e videogames (que foi onde eu me interessei) – o entrevistou os questionou sobre a F-E. Rossi, cujo único objetivo no momento é a F1, disse que não conhece muito sobre o projeto. Já Daly, que está naquela lista de 40 competidores, deu uma resposta muito mais interessante.

Como muita gente já imaginava, o garoto disse que não faz a menor ideia de para que serve o clube dos pilotos. Ele disse que conseguiu ser colocado na relação, mas depois disso nada.

Quem será que vai guiar esses carros?
Quem será que vai guiar esses carros?

Quer dizer, se nem os pilotos conhecem a finalidade do clube, imagina o resto do mundo. De acordo com o site da categoria, todos os 40 membros do clube vão receber uma chance de testar o equipamento, embora nenhum deles esteja garantido no campeonato. Ou seja, as equipes podem acabar escolhendo alguém da relação ou então optar por alguém de fora.

No fim, o clube dos pilotos não deixou de ser uma boa jogada de marketing. Foi a forma que a F-E encontrou de ganhar um espaço no noticiário em um momento que ainda estava definindo as equipes e precisava atrair alguma credibilidade.

Assim, nada melhor que dizer que um monte de ex-piloto da F1, outros da Indy e mais diversos do WEC estavam interessados no projeto. Com isso, eles ganharam respeito também de outros competidores, de novas equipes e, claro de muitos torcedores. Afinal, eles mostraram que não vão ser um monte de João-ninguém pilotando os bólidos.

Você pode clicar aqui para ver os 40 pilotos do clube da F-E.

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