Dan Wheldon
Eu usava essa foto como wallpaper desde a Indy 500, poxa vida, não?

Hoje, 16 de outubro, eu diria que não é o dia com melhor dos climas para escrever qualquer coisa sobre automobilismo. Por isso, não vou fazer nenhum post sobre algo bom e feliz que aconteceu no final de semana. Amanhã a programação volta ao normal por aqui no World of Motorsport.

Nesse episódio envolvendo a morte do Dan Wheldon, eu aprendi algo novo e até curioso. Quando morre alguém famoso, principalmente em tragédia, você já percebeu que pouco a pouco começa a pipocar a notícia do falecimento até que o comunicado oficial seja divulgado e a imprensa possa começar a trabalhar?

Eu confesso que não sabia por que isso acontecia. Hoje eu descobri. Assim que é confirmada a morte da pessoa – do Wheldon no caso – as primeiras pessoas que são informadas são a família, evidentemente. E eles têm um tempo para passar a notícia adiante para quem é mais próximo. A ideia é evitar que o maior número de pessoas íntimas possível fique sabendo do ocorrido pela imprensa.

É por isso que os primeiros boatos da morte da personalidade começam antes do anúncio oficial. Sempre tem alguem que soube nesse network de boca a boca ou telefonemas e acaba tuittando, ou jogando no facebook. Assim, algum repórter fica sabendo e a notícia vai se alastrando, é assim que acontece.

No caso do Wheldon, os pilotos ficaram sabendo da morte antes da imprensa. Aí a reação deles entregou tudo o que tinha acontecido. Mas isso é óbvio que deveria ser assim. Eles que conviviam com o Wheldon, não nós.

P.S.: é claro que sempre tem alguém mal-intencionado, que divulga a notícia da morte sem que tenha ocorrido ou seja confirmado. Mas não é disso que falo aqui