Os 12 campeões da F3 Inglesa

Nelson Piquet campeão da F3
Felipe Nasr foi o último campeão da F3 Inglesa, mas antes dele 11 brasileiros levantaram a taça do campeonato britânico

O segundo post sobre o título conquistado por Felipe Nasr na F3 Inglesa, neste domingo, dia 4, relembra quem foram os outros 11 pilotos brasileiros que antecederam o brasiliense ao levantar a taça no Reino Unido.

O retrospecto, aliás, concluiu uma curiosa estatística otimista para Nasr. Dos 11 brasileiros campeões da F3 Inglesa, nove disputaram ao menos um GP de F1. Todos chegaram a pelo menos testar com um carro da categoria e todos terminaram na F1 ou na Indy.

Antes de começar, caso você não saiba como Nasr chegou ao título em Rockingham, basta clicar aqui para ler o texto da primeira corrida do final de semana (vencida por Pietro Fantin), aqui para saber como foi a segunda e, por último, aqui para se inteirar sobre a prova decisiva realizada na tarde deste domingo.

Além disso, você também pode clicar aqui e ver o histórico de posts do World of Motorsport que fala sobre o brasileiro e, portanto, ver como foi o ano de 2011 dele.

Emerson Fittipaldi – 1969

A primeira conquista brasileira na Inglaterra já faz mais de 40 anos e foi obtida por Emerson Fittipaldi. Emmo estreou na categoria correndo pela equipe do lendário Jim Russell, venceu algumas corridas e levantou o título no final da temporada. A partir daí, o piloto ficou conhecido por ter aberto as portas do automobilismo mundial para os brasileiros.

Em 1970, Emerson foi contratado pela Lotus para formar parceria com Jochen Rindt, mas com a morte do austríaco, o brasileiro se tornou o principal piloto da equipe. No mesmo ano, venceu em Watkins Glen e conquistou o título duas temporadas depois, ao ganhar cinco corridas e se tornar o mais jovem piloto a levantar a taça aos 25 anos (era o Vettel da época). Em 1974, Emmo deixou a Lotus e assinou com a McLaren, onde foi campeão, com três triunfos.

O brasileiro ainda fundou a Copersucar – que não deu certo – e deixou a F1 ao final da temporada de 1980. Quatro anos mais tarde, foi levado aos Estados Unidos para competir em um carro cor de rosa da equipe Patrick. Venceu as 500 Milhas de Indianápolis e conquistou o título da temporada de 1989, antes de mudar para a Penske. Em 1993 voltou a triunfar em Indy, quando optou por tomar suco de laranja ao invés de leite no pódio (ele é um enorme produtor de laranja) e ganhou ódio mortal dos fãs da Indy.

Além da produção de laranja, Emerson é empresário e volta e meia aparece ligado às corridas. Foi dono de equipe na ChampCar e na A1GP, foi/é empresário de alguns pilotos e agora assiste ao neto, Pietro, fazer carreira na Nascar. O ex-piloto também tem histórico de acidentes de avião.

Emerson Fittipaldi F3 Inglesa
Emerson Fittipaldi abriu as portas da F3 Inglesa, da F1 e da Indy aos brasileiros

José Carlos Pace – 1970

Também conhecido como Interlagos (opa, ignore isso), o paulista conquistou um dos três (!) campeonatos da F3 Inglesa de 1970 pela Lotus. No ano seguinte correu de F2 com a Williams e subiu para a F1 logo depois Na primeira temporada, em 1972, fez parte do time de Frank Williams, que inscreveu um March ao longo do ano e depois se mandou para a Surtees e para a Brabham, além de competir pela Ferrari no mundial de esporte-protótipo.

O grande feito da carreira de Interlagos foi ter vencido no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, em 1975, com um Brabham. Essa foi a única vitória do piloto na categoria. Brincadeiras à parte, Pace faleceu em um acidente de avião no início de 1977.

Nelson Piquet – 1978

Nelsão Piquet venceu um dos dois campeonatos da F3 Inglesa de 1978, mas antes disso o carioca era considerado um piloto bom em tudo. Filho do ministro da saúde do governo do Presidente Goulart, Piquet se mudou para Brasília com a transferência do pai e fez bastante sucesso na cidade com seus carros. Antes de começar a correr profissionalmente, ele competia em uma pista “improvisada”, digamos, onde hoje fica o Carrefour e o Park Shopping. Quem for de Brasília evidentemente saberá onde é.

Depois de ganhar títulos no Brasil, Piquet foi para a F3 Inglesa e bateu o recorde de vitórias de Jackie Stewart em uma só temporada. Em 1978, entrou na F1 competindo pela Ensign, mas no final do ano arrumou uma vaga na Brabham por conta do patrocínio da Parmalat.

Na categoria principal, Piquet venceu os campeonatos de 1981, 1983 e 1987 sendo dois pela Brabham e outro pela Williams. Ainda que a figura de Piquet na F1 tenha se tornado um tanto controversa pela espontaneidade, ela é muito popular em Brasília. Não é raro um piloto sair daqui se espelhando na personalidade do tricampeão.

Após passar por Lotus e Benetton, quando arrancou dinheiro às pampas de Bernie Ecclestone, Piquet tentou participar duas vezes das 500 Milhas de Indianápolis, sofreu um grave acidente e viu que era a hora de parar. Além de cuidar da Autotrac (empresa de rastreamento de caminhões), acompanha as carreiras dos filhos, principalmente a de Nelson Ângelo.

Nelson Piquet F3 Inglesa
Nelson Piquet venceu a F3 Inglesa depois de fazer muito sucesso no Brasil

Chico Serra – 1979

Serra foi o sucessor de Piquet na F3 Inglesa e defendeu muito bem a conquista brasileira. Em 1981, estreou na F1 pela equipe de Emerson Fittipaldi, substituindo justamente o compatriota bicampeão. Em duas temporadas pelo time, Serra colecionou uma série de Did Not Qualify incluindo o do GP do Canadá de 1982, quando acusou Raul Boesel (que entrou na corrida) de ter fechado a porta propositalmente no treino classificatório.

Os dois brasileiros saíram na porrada em uma das cenas mais marcantes do baixo clero da F1. Serra mudou-se para a Arrows, em 1983, mas foi substituído por Thierry Boutsen na metade da temporada. Depois, voltou ao Brasil e foi tricampeão da Stock Car (1999 a 2001) em um carro com as cores da Texaco. Atualmente é empresário e dono da equipe Serra no Brasileiro de Marcas, que conta com o filho Daniel.

Ayrton Senna – 1983

Falar da carreira de Senna é um tanto desnecessário porque todo mundo já a conhece. Em 1983, o brasileiro assinou com a West Surrey para correr na F3 Inglesa após o título da F-Ford no ano anterior. A conquista da F3 só foi decidida na última corrida do ano contra Martin Brundle, da Jordan. Depois, no final da temporada, Senna ainda levaria a vitória em Macau.

Após muito suspense, o brasileiro testou por Williams, McLaren, Brabham e Toleman, mas só encontrou vaga na última. Senna entrou em evidência após a lendária etapa de Mônaco, quando a direção de prova encerrou de forma prematura a corrida por conta da chuva. Senna, na ocasião, estava próximo de tomar a liderança de Alain Prost.

A corrida foi uma síntese da carreira que viria a seguir: um atleta fenomenal na chuva e que conhecia a pista de Mônaco como a palma da mão. Por outro lado, inimigo de gente poderosa como Jean-Marie Balestre e Alain Prost. Senna competiu por Lotus e McLaren, ganhou os títulos de 1988, 1990 e 1991, e mudou-se para a Williams em 1994. Na equipe inglesa, jamais pontuou e faleceu no GP de San Marino ao bater forte na Tamburello e ser atingido pela barra da suspensão.

Ayrton Senna F3
Ayrton Senna venceu a F3 após um emocionante duelo com Martin Brundle

Maurício Gugelmin – 1985

Amigão de Senna, Gugelmin seguiu os passos do tricampeão e foi correr na Inglaterra no início da década de 1980, conquistando o campeonato europeu de F-Ford em 1984. No ano seguinte, o brasileiro assinou com a mesma West Surrey em que Ayrton havia competido e repetiu o brother ao levar tanto a F3 Inglesa para casa quanto o GP de Macau.

Ainda pela equipe inglesa, o catarinense correu na F3000 em 1986 antes de assinar com a Ralt, no ano seguinte, quando venceu em Silverstone. No final do ano terminou em quarto lugar e garantiu uma das vagas da March/Leyton House para a temporada 1988 da F1.

A grande apresentação de Gugelmin, que também correu pela Jordan, foi no GP do Brasil de 1989, quando terminou na terceira colocação com um carro bastante frágil. Depois disso, só pontuou mais uma vez na F1

Todo mundo reconhece o carro azul-esverdeado da March com o qual Marurício competiu. Máquina, essa, que foi projetado por Adrian Newey. Caso Gugelmin tivesse vencido uma corrida, poderíamos dizer que ele seria uma espécie de antecessor de Vettel na Toro Rosso. Como não triunfou, ele foi um Sébastien Bourdais.

Como bom ascendente de Bourdais, Gugelmin foi para os Estados Unidos onde virou ator ao dublar Sylvester Stallone no filme ‘Driven’. Nas horas livres, correu pela Ganassi, mas ficou marcado pelos sete anos de PacWest, no carro patrocinado pela Hollywood (o cigarro). Venceu apenas uma vez, em Vancouver em 1997, mas fez uma série de grandes exibições.

Aposentou-se no final de 2001, mesmo ano em que perdeu um dos filhos. Em 2003, ensaiou um retorno às pistas pelo Troféu Megane, mas não deu certo e, desde então, é empresário e cuida dos negócios da família.

Rubens Barrichello – 1991

Barrichello foi o último campeão da F3 Inglesa no reinado da West Surrey. O brasileiro venceu o torneio ao derrotar gente como David Coulthard, Gil de Ferran, Oswaldo Negri e Pedro Paulo Diniz.

No ano de 1992, Rubens correu de F3000 pela Il Barone Raampante e começou bem, com uma série de pódios nas três primeiras apresentações. No entanto, uma polêmica envolvendo o uso do combustível Agip pelas equipes italianas fez com que o piloto ficasse para trás no grid e terminasse o ano em terceiro atrás dos grandes Luca Badoer e Andrea Montermini, que contavam com o tal Agip.

Na F1, Barrichello ganhou o apelido de Highlander e tenta de todas as formas continuar na categoria até o final da temporada 2012, quando o mundo deve acabar e ninguém poderá bater o recorde de participações.

Ok, falando sério, o brasileiro passou por Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e Williams acumulando histórias curiosas e controversas em todas elas. Para resumir, entre os episódios principais estão: o ano de 1994, com pódio, pole e grave acidente em San Marino; a não ida para a Ferrari em 1996; a vitória de Johnny Herbert – de Stewart – em 1999; a vitória no GP da Alemanha do ano seguinte; o GP da Áustria de 2002; o fim da Honda e a volta por cima na Brawn, além do ‘bate nele Rubinho’.

Rubens Barrichello e Pedro Paulo Diniz F3
Rubens Barrichello (Arisco) ultrapassando Pedro Paulo Diniz em um verdadeiro duelo na F3 Inglesa

Gil de Ferran – 1992

Gil deu origem ao reinado da Stewart na F3 Inglesa ao vencer a temporada de 1992 contra Oswaldo Negri, Phillipe Addams e Jason Plato, ganhando sete corridas. Nos dois anos seguintes, o brasileiro de origem francesa competiu pela mesma equipe inglesa na F3000, quando foi quarto e terceiro na tabela de pontos.

Gil testou duas vezes na F1, a primeira com a Williams como prêmio pelo título da F3 e a segunda com a Footwork, em 1993. Na ocasião, De Ferran disputou a vaga com Jos Verstappen e foi superado na pista. No retorno ao motorhome, o piloto deu com a cabeça em uma porta aberta e ficou bem machucado, precisando levar uma série pontos na testa.

Longe da F1, Gil foi correr na Indy pela equipe de Jim Hall ao substituir Teo Fabi no carro da Pennzoil. Foram duas temporadas e duas vitórias, com direito a um sexto lugar na tabela de pontos. O brasileiro conquistou o vice-campeonato na Walker, em 1997, e permaneceu na equipe até o final de 1999 quando foi contratado pela Penske na reestruturação pela qual o time passava.

O companheiro de Gil iria ser Greg Moore, mas o canadense faleceu ao final daquele ano, abrindo espaço para Helio Castroneves. De Ferran foi campeão das duas temporadas seguintes na Indy antes de mudar-se para a IRL. Conquistou o vice-campeonato de forma espetacular em 2003, quando se aposentou tendo vencido as 500 Milhas de Indianápolis no mesmo ano. Depois, foi dirigente da Honda na F1 e voltou aos EUA para correr na ALMS com equipe própria. Foi o responsável por fazer a carreira de Simon Pagenaud decolar antes de tentar ser dono da equipe De Ferran Dragon ao lado do filho de Roger Penske. A equipe faliu, mas Gil tenta voltar ao esporte.

Mario Haberfeld – 1998

Esse é o título brasileiro ignorado na F3 Inglesa. Afinal, passamos por Emerson, Piquet, Senna, Barrichello e Gil de Ferran até aqui. Todo mundo quer se espelhar nesses nomes, mas ninguém quer ficar conhecido como o novo Mario Haberfeld.

O paulista foi campeão da categoria inglesa em 1988 ao vencer Enrique Bernoldi e Luciano Burti. Depois, foi para a F3000, onde foi correr na McLaren Jr, mas deu o azar de ser companheiro de Nick Heidfeld. Com a equipe montada para o alemão, Haberfeld era ignorado solenemente e ficou fora de cinco etapas.

Nos anos seguintes se aventurou por Fortec, Supernova e Astromega, quando conseguiu dois pódios e terminou a temporada na sétima colocação. O piloto testou a Stewart e a Williams, mas acabou indo para os Estados Unidos na temporada seguinte. Na ChampCar, correu pela Conquest e pela Walker, mas nunca subiu ao pódio, embora tenha obtido resultados razoáveis. Antes de se aposentar em 2008, Haberfeld se aventurou na ALMS, quando chegou a conquistar uma vitória pela equipe de Adrian Fernandez.

Antônio Pizzonia – 2000

 Conhecido como ‘Jungle Boy’ por ter nascido em Manaus, Pizzonia derrotou Tomas Scheckter, Takuma Sato e Narain Karthikeyan na conquista do título da F3 Inglesa. Na sequência, fez dois anos de F3000 como piloto da Petrobras Jr, mas não convenceu, ainda assim arrumou a vaga de piloto de testes na Williams.

Na F1, competiu pela Jaguar, em 2003, até ser dispensado na metade da temporada, depois foi substituto de Ralf Schumacher e Nick Heidfeld na Williams. Em 2005, o brasileiro ficou marcado por ter participado daqueles vestibulares que Frank Williams promovia. Perdeu para Heidfeld e ficou sem vaga na F1. P.S.: enquanto Frank era muito bacana (ô…) com esses testes entre pilotos sem contar o resultado ao perdedor (e empacando a carreira do mesmo), hoje ele mendiga piloto pagante. Isso é karma.

Desde a F1, Pizzonia participou da Stock Car, do GT Brasil, da GP2, da ChampCar e da Formula Superleague, onde se encontrou ao defender as cores do Corinthians, embora seja declaradamente são paulino. O manauara foi casado com Maurren Maggi e teve uma filha, Sophia, que de vez em quando aparece em alguma reportagem da Globo.

Nelsinho Piquet – 2004

O último título da F3 Inglesa antes de Felipe Nasr veio com Nelsinho Piquet, que venceu a temporada 2004 correndo pela equipe do pai. Sempre apoiado por Nelsão, o brasileiro disputou a GP2 nas duas temporadas seguintes e foi vice-campeão de 2006 competindo contra Lewis Hamilton.

Nelsinho estreou na F1 em 2008 depois de passar um ano como piloto de testes da Renault. Na categoria, chegou ao pódio no GP da Alemanha por ter acertado na hora de ir aos boxes antes de um safety-car. A conquista fez com que a equipe francesa sonhasse repetir a dose e buscar a vitória em Cingapura, quando o brasileiro foi coagido a bater propositalmente para que Fernando Alonso triunfasse.

Nelsinho teve o contrato renovado após o acidente, mas foi dispensado na metade da temporada seguinte, quando resolveu denunciar o Cingapuragate. A partir daí esqueceu a F1 (e foi esquecido por ela) e reiniciou a carreira na Nascar, onde compete pela equipe de Kevin Harvick na Truck Series.

Felipe Nasr – 2011

A carreira de Felipe Nasr até a conquista da F3 Inglesa será o assunto do post final do especial sobre o triunfo do piloto, nesta terça-feira.

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10 comentários sobre “Os 12 campeões da F3 Inglesa

  1. Apenas o fato de Pace ter feito a volta mais rápida com um Surtees em um GP disputado na Nurburgring originall fez dele um piloto mais do que diferenciado (e essa volta mais rápida não foi a única em sua carreira). Creio que faltou conhecimento ao autor para se referir aos pilotos que desbravaram a F1.

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  2. Gostei do Texto, tem uns pequenos erros normais…mas 99,9% está correto…mas infelizmente tem gente que fica brava com tudo…..e sempre estão de mau humor…achei normal o que você falou do Pace.. você brincou, ironizou etc……mas tem gente que interpreta diferente…Que pena que os seres humanos tem 3% de bi polares, 3% de psicopatas, 1% de esquizofrênico… etc…você nunca vai agradar todo mundo…eu por exemplo sou Sennista gostaria que você elogiasse um pouco mais o Senna…já o meu marido que é Piquetista achou que você deveria elogiar mais o Piquet…como disse Nélson Rodrigues “Toda a unanimidade é burra”.

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  3. Não entendo porque algumas pessoas insistem em tratar pilotos, esportistas de uma forma geral, como heróis da pátria. Todos são egocêntricos, egotistas, egoístas e vaidosos. Pergunte a qualquer um se correria de forma não-remunerada. Há quem possa dizer que Senna o disse em 93 quando se referiu a williams de outro planeta, mas já era tricampeão e milionário. Ninguem corre para o público, pilota pra si mesmo, pelo prazer de guiar, e de ganhar dinheiro, claro. Os afagos do público em seus inflados egos complementam seu prazer de guiar.

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  4. Desculpe dizer, mas o texto está cheio de falhas. Merecia revisão urgente !

    Além das já citadas, o texto sobre o Pace é quase desrespeitoso, dizer que o Emerson tem historico de acidentes de avião é um exagero (tem um acidente de ultraleve), ele é um piloto muito querido e respeitado nos USA (os fãs não tem odio dele !), o Piquet foi para a Europa correr no campeonado Europeu de F3, só no ano seguinte foi para o ingles, Chico Serra disputou o campeonato com ele e perdeu, não sendo seu sucessor, e por ai vai. Piquet não “arrancou dinheiro as pampas” de Bernie, correndo por Lotus e Benetton !!! Caramba !

    È preciso mais cuidado ao falar de grandes nomes, como Emerson, Pace e Piquet, amigo.

    Antonio

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    1. As falhas pertinentes já haviam sido corrigidas.
      Quanto ao que voce chama de falta de respeito, acho exagero seu. Nao há falta de respeito, apenas alguns comentários que seu senso de humor nao gostou. Sugiro que voce evite ler aqui, já que comentários humorados sempre fizeram parte deste blog.

      Na correção que o cara ali embaixo falou sobre o Emerson na F3 Inglesa, a explicação dele ficou melhor que a minha, então nao tinha porque eu mudar no texto. Fica o comentário dele para que todos possam ler o original.

      Quanto ao Emerson ser amado por todos os fãs, por que ele foi amplamente vaiado ao pilotar o safety-car em indy alguns anos atras?

      Ah, não tinha perdido a mençaõ ao Chico Serra. Se ele perdeu pro Piquet ou não, o que tem a ver? Ele ganhou a F3 justamente no ano seguinte ao tricampeão. Se isso não é sucessor, é o quê?

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  5. Piquet foi pra F1 em 1978 mesmo…não em 1979. Em 79 ele já era companheiro do Lauda na Brabham.
    E como citou o Caíque, o Emerson fez HISTÓRIA (com H maiusculo) na categoria.
    Por favor jornalista, faça revisão dos seus textos… 😦

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  6. Falar que o Emerson venceu algumas corridas pára ser Campeão da F3 é muito simplista: Emerson entrou no Campeonato, bem no meio dele. Faltavam 50% das Provas e ele vindo da F-Ford encarou pilotos bem ruins…Ronnie Pertesson, Reine Wissel, Tim Schenken, Regazonni, Cevert…e ganhou algumas corridas…9 vitórias e 3 pódios…nem o Grande Ayrton Senna fez melhor, pois imagine o que deve ter sido fácil entrar num Campeonato com 12 provas corridas, com a turma citada correndo desde o início…

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