Temporadas para sempre: F3 Euro Series 2006

Sebastian Vettel e Paul Di Resta
Sebastian Vettel e Paul Di Resta se enfrentaram na F3 Euro Series em 2006. E o alemão perdeu

O World of Motorsport estreia hoje uma nova série que vai relembrar as grandes disputas que marcaram a história do automobilismo: a Temporadas para Sempre. Ok, eu menti. Apesar de essa série estrear hoje, ela já teve um primeiro capítulo aqui no blog, quando contei sobre a passgem de Fernando Alonso pela F3000. Caso você queira relembrar, basta clicar aqui.

De forma oficial na nova série, o post de hoje conta a história da temporada 2006 da F3 Euro Series, que ficou mais conhecida como a única vez em que Sebastian Vettel foi derrotado no automobilismo em condições normais. O alemão, na época, aos 19 anos de idade, enfrentou um grid cheio de futuras estrelas do esporte a motor. No final, travou um duelo com o então companheiro Paul Di Resta pelo título, mas acabou sendo vencido. Durante esse post, além de Vettel e Di Resta, você vai ver um monte de outros nomes da história recente da F1 aparecendo.

O ano de 2006 da F3 Euro Series começou ainda com a sombra de Lewis Hamilton bastante presente. O inglês havia conquistado o título no último ano de forma dominante ao vencer 15 das 20 corridas, forçando os organizadores da categoria a criarem regras para evitar uma nova performance autoritária.

Para isso, a principal mudança no regulamento foi a criação do grid invertido na segunda corrida do final de semana. Assim, o oitavo colocado da primeira prova largaria na pole-position e assim por diante. Outra alteração foi a permissão concedida às equipes para expandir de dois para três/quatro carros, o que visava a aumentar o equilíbrio.

As mudanças nos planteis das equipes foram profundas. Team Rosberg e Midland (aquela mesma ex-F1) deixaram o campeonato, o que aumentou o número de jovens procurando pelo terceiro assento de cada time. Assim, a ASM (pré-ART Grand Prix), não perdeu tempo e assinou com Sebastian Vettel, protegido da Red Bull e que terminara o último ano em quinto. A ele se juntou Paul Di Resta, décimo colocado no ano anterior, mas com contrato com a Mercedes, que fornecia motores ao time. O terceiro nome da equipe foi Giedo van Der Garde, que ficara a pé desde a saída da equipe de Keke Rosberg. O último contratado foi o campeão da F-Renault Eurocup de 2005, um promissor piloto japonês chamado Kamui Kobayashi.

A Manor, por sua vez, perdeu a dupla de 2005 com as saídas de Di Resta e de Lucas Di Grassi, que avançara à GP2. Para compensar, a equipe inglesa aliou-se à Toyota e trouxe dois nipônicos que faziam parte do programa de jovens pilotos da montadora: Kohei Hirate (ex-Rosberg) e Kazuki Nakajima. A ideia era que Kobayashi também fizesse parte do time britânico, mas com o piloto indo para a ASM, o jeito foi trazer Esteban Guerrieri, que ficara sem vaga com a saída da Midland.

Entre as grandes equipes, a última mudança aconteceu na Mücke. Para substituir Sebastian Vettel e Átila Abreu, o time germânico trouxe Sébastien Buemi e Jonathan Summerton, vindos da F-BMW. Entre as outras contratações relevantes, Romain Grosjean assinou com a Signature para correr ao lado de Charlie Kimball, enquanto Richard Antinucci se estabeleceu na HBR. Havia a expectativa que a Prema assinasse com um promissor piloto alemão vindo da F-BMW, mas o garoto não conseguiu o dinheiro suficiente. Por isso, Nico Hülkenberg ficou de fora da temporada 2006 da F3 Euro Series, sendo obrigado a correr na F3 Alemã.

A primeira rodada da F3 Euro Series aconteceu no dia 8 de abril de 2006 na tradicional pista de Hockenheimring, onde a expectativa era ver ser o domínio da ASM no ano anterior seria mantido. Para surpresa – e alívio – de todos, Esteban Guerrieri levou a Manor à pole-position. O time inglês ainda colocou Kohei Hirate na segunda colocação e Nakajima em quarto, com Giedo van der Garde entre eles. Di Resta largou em quinto e Vettel, em sétimo. Na corrida, Hirate tomou a liderança logo na largada. Guerrieri rodou e Van Der Garde se envolveu em um acidente com Nakajima. Dessa forma, Kazuki terminou em segundo, em uma dobradinha nipônica e Paul Di Resta herdou o terceiro posto. Vettel finalizou em quinto.

Na corrida seguinte, com o grid invertido, o piloto da Red Bull fez uma largada sensacional e avançou do quarto posto para a liderança (embora Antinucci, segundo, não tenha participado da prova). Quem também largou bem foi Paul Di Resta, que passou a pressionar o companheiro de equipe pela ponta. Só que o escocês acabou errando e indo parar na barreira de pneus. Kobayashi, que era o terceiro, também acabou por tocar em Vettel, perdendo uma série de posições. Com os adversários abatidos, o ‘Wonder Boy’ venceu sem maiores problemas, seguido por Guillaume Moreau, da Signature, e por Esteban Guerrieri.

Três semanas mais tarde, na segunda rodada no Eurospeedway em Lausitz, a Manor continuou de forma dominante, mas Paul Di Resta acabou cravando a pole-position para a ASM. Na largada, entretanto, o primo de Dario Franchitti acabou perdendo a ponta para Guerrieri que seguiu livre para a vitória. O escocês finalizou em segundo, com Vettel em terceiro. Na segunda corrida, Kazuki Nakajima aproveitou o grid invertido para conquistar a terceira vitória da Manor em 2006. Antinucci encerrou em segundo, seguido por Di Resta, Grosjean, Guerrieri e Vettel.

Sebastian Vettel
Sebastian Vettel passou longe da vitória no Eurospeedway

Em Oschersleben, na terceira rodada, Di Resta deu o troco em Guerrieri em relação à primeira corrida de Lausitz e venceu depois de o argentino largar na pole-position. Grosjean completou o pódio, enquanto Vettel foi somente o quinto. Na segunda corrida, Buemi largou bem e tomou a ponta de Guillaume Moreau. Vettel veio junto e passou para a segunda colocação e começou a pressionar o suíço na briga pela liderança. O germânico, porém, rodou na terceira volta, caindo para 14º. Sem adversários, Buemi venceu, seguido por Hirate e Guerrieri. Di Resta foi 12º, duas posições na frente de Sebastian.

A quarta etapa do campeonato foi disputada em Brands Hatch. Correndo em casa, Paul Di Resta venceu a primeira corrida de ponta a ponta, enquanto Vettel completou o 1-2 da ASM. Richard Antinucci terminou em terceiro. Na segunda prova, também depois de largar na pole-position, Peter Elkmann levou o carro da fraca Jo Zeller à vitória. A segunda colocação foi de Michael Herck, e Kobayashi completou o pódio. Entre os rivais, Di Resta mais uma vez se saiu melhor ao finalizar em quinto ante ao sétimo posto do companheiro.

Peter Elkmann
Peter Elkmann venceu de forma surpreendente em Brands Hatch

A metade do campeonato foi disputada no apertado circuito de Norisring. A pole-position ficou com Giedo van der Garde, mas o holandês perdeu a posição logo na primeira volta ao rodar. Sebastian Vettel caiu para quinto ao tentar se desviar do holandês, mas conseguiu se recuperar e terminar a prova no segundo posto, logo atrás do vencedor Di Resta. Jonathan Summerton completou o pódio. Na segunda corrida, Van Der Garde se redimiu do erro anterior e conquistou a vitória em um pódio que teve Kobayashi e Elkmann. Di Resta abandonou após um toque com Koba na 26ª volta, enquanto Vettel foi acertado por Buemi, o que rendeu uma punição ao suíço.

Antes de retomar o campeonato, vamos a uma pequena pausa. Sebastian Vettel foi convidado a participar de uma rodada da World Series by Renault pela Carlin, que tinha acabado de dispensar o americano Colin Fleming. A corrida seria em Misano, onde o alemão jamais chegou perto de colocar o pé. Evidentemente não era possível esperar muita coisa do piloto da F3, que, de fato, não conseguiu grandes resultados. Terminou a primeira corrida na segunda posição e venceu a segunda ao se aproveitar de uma desclassificação imposta a Pastor Maldonado.

O desempenho de Vettel foi tão bom, que a Carlin o chamou para mais uma corrida, em Spa-Francorchamps. Só que dessa vez o alemão se envolveu em um acidente e quase teve o dedão decepado por um detrito que o atingiu na batida. Como resultado, o piloto foi direto para o hospital, teve a mão salva pelos médicos e passou o resto do ano vendo corridas pela televisão.

Ok, não foi nada disso. Na semana seguinte à fatídica batida, Vettel terminou o Masters de F3, em Zandvoort, na sexta colocação mesmo com o dedo quase caindo (ok, exagero à parte, mas foi algo assim). O vencedor foi Paul Di Resta.

Mesmo rapidamente recuperado, havia uma dúvida se Sebastian Vettel teria condições de completar o ano em grande estilo. Afinal, o desempenho até então tinha sido irregular, e o piloto estava com um dedo severamente machucado. As respostas vieram na sexta rodada, em Nurburgring. Adivinha quem largou na pole-position. Sim! O dedão – e o resto do corpo – de Vettel! Na corrida, vitória de ponta a ponta do alemão, com Di Resta e Van Der Garde completando o pódio da ASM.

Sebastian Vettel
Sebastian Vettel foi agressivo desde o começo em Nurburgring

A segunda corrida em Nurburgring é uma daquelas que merecia entrar para a história do automobilismo. Mesmo largando em oitavo, Vettel começou a avançar posições uma a uma, mas ainda assim o alemão estava bastante longe do líder Kobayashi. A corrida seguiu com Koba na frente, seguido por Van Der Garde, Di Resta e Vettel (os quatro da ASM) até a 13ª volta, quando uma chuva torrencial atingiu a pista. O safety-car foi acionado e alguns pilotos optaram por ir aos boxes.

A prova recomeçou com a situação um pouco melhor. Tão logo o safety-car saiu, Di Resta foi para cima de Van Der Garde, tocando no companheiro de equipe e forçando o abandono do holandês. Com isso, Vettel já era o terceiro. Koba não conseguiu segurar os dois companheiros, que passaram a duelar pela vitória. Di Resta saiu-se vencedor, mas a direção de prova o puniu pelo toque com Giedo. Assim, Vettel se tornou o primeiro piloto a vencer as duas corridas de um mesmo final de semana na história da F3 com a regra do grid invertido. De quebra, o alemão estava somente seis pontos atrás de Di Resta na classificação.

Em Zandvoort, na sétima etapa, Paul Di Resta venceu a primeira corrida depois de largar na frente, enquanto Van Der Garde e Kohei Hirate completaram o pódio. Logo na largada, Sebastian Vettel acabou dando uma pequena decolada, mas nada que o impedisse de continuar na corrida. Caindo para último, o alemão até tentou se recuperar, mas acabou abandonando depois de mais um erro. Na segunda prova, disputada no domingo, 3 de setembro, a pista de Zandvoort amanheceu bastante molhada pela chuva que caíra durante a noite, mas começou a secar antes da corrida. Assim, alguns pilotos optaram por largar com pneus para pista seca. Um desses foi Sebastian Vettel, que partindo da 24ª colocação do grid de largada, cruzou a primeira volta em 12º e foi avançando antes de terminar apenas 0s6 atrás do vencedor Charlie Kimball, que também apostara em compostos para pista seca. O americano se tornou o primeiro piloto do país a vencer na história da F3, enquanto Kazuki Nakajima completou o pódio. Di Resta viveu um inferno astral próprio e finalizou em 24º.

A rodada de Barcelona não teve a mesma emoção que as provas anteriores. A ASM dominou o grid de largada com Di Resta, Van Der Garde e Vettel, mas foi Kohei Hirate quem assumiu a liderança na primeira volta. Aos poucos Vettel conseguiu ultrapassar os adversários até chegar à primeira posição. Hirate, por sua vez, terminou em segundo, após Di Resta receber uma punição por queimar a largada, enquanto Esteban Guerrieri completou o pódio. Na segunda corrida, Richard Antinucci venceu por conta do grid invertido e liderou a dobradinha americana com Charlie Kimball em segundo. Kazuki Nakajima foi o terceiro. Com a sexta colocação, Di Resta abriu quatro pontos de vantagem para Vettel no campeonato. O alemão abandonou depois de bater em Kobayashi.

Charlie Kimball e Sebastian Vettel
Sebastian Vettel tentou fazer o impossível em Zandvoort, mas terminou a corrida 0s6 atrás de Charlie Kimball

Em Le Mans, na penúltima rodada do campeonato, Giedo Van Der Garde conquistou a pole-position, mas o carro do holandês quebrou na volta de apresentação. Sébastien Buemi acabou herdando a posição de honra, mas, logo na largada, abandonou a corrida ao bater em Romain Grosjean, que partira em segundo. Paul Di Resta agradeceu os infortúnios alheios e conquistou a quinta vitória da temporada, seguido por Jonathan Summerton e Guillaume Moreau. Vettel foi nono. Na segunda corrida, Richard Antinucci se aproveitou do grid invertido para vencer, com Kimball terminando em segundo. O terceiro posto de Kohei Hirate impediu um pódio todo americano, pois Summerton concluiu em quarto. Di Resta foi sexto e Vettel, nono.

A decisão da F3 Euro Series ficou para a rodada final, novamente disputada em Hockenheimring. Di Resta tinha uma confortável vantagem de 15 pontos para Vettel, mas 17 pontos estariam em disputa. O final de semana não começou bem para o então piloto de testes da BMW Sauber, que viu o rival conquistar a pole-position e somar um ponto extra. Assim, Vettel precisaria repetir o desempenho de Nurburgring e vencer as duas provas sem que o adversário pontuasse.

Largando apenas em sétimo, Vettel rapidamente começou a abrir caminho até alcançar a segunda colocação na quinta volta. Um novo drive-through para Di Resta fez parecer que o título do alemão seria possível. Só que em perseguição ao líder Esteban Guerrieri, Vettel acabou cometendo um erro, permitindo a Sébastien Buemi assumir a segunda colocação. Sem mais mudanças de posição, o argentino venceu, seguido pelo suíço e por Vettel. Melhor para Di Resta, que mesmo terminando em décimo conquistou o título por antecipação.

Na última corrida do ano, Jonathan Summerton largou na pole-position e se tornou o primeiro novato a vencer na temporada 2006 da F3 Euro Series. Giedo Van Der Garde foi o seguindo e Buemi, o terceiro. O brasileiro Roberto Streit participou apenas da última rodada e conseguiu um sétimo e um quinto lugar (depois de largar na segunda posição). Di Resta comemorou o título com a sexta posição, enquanto Vettel acabou em 12º depois de uma rodada.

Paul Di Resta
Paul Di Resta acabou vencendo o título da F3 por 11 pontos em relação a Sebastian Vettel

No final, Di Resta campeão com 86 pontos, contra 75 de Vettel. Kohei Hirate terminou em terceiro, com 61, enquanto Guerrieri foi o quarto com 58. Richard Antinucci, Giedo Van Der Garde, Kazuki Nakajima, Kamui Kobayashi, Jonathan Summerton e Guillaume Moreau completaram os dez primeiros.

O título fez com que Di Resta fosse levado ao DTM pela Mercedes, onde conquistaria o título em 2010, antes de estrear pela Force India na F1. Curiosamente, em 2010 Vettel também conquistou um título – o da F1 – onde já corrida desde 2007 depois de passar por World Series by Renault. Hirate fez uma temporada de GP2 sem destaque pela Trident antes de voltar ao Japão. Guerrieri faria carreira na World Series antes de se dedicar à Indy Lights, onde Antinucci foi vice-campeão em 2008. O sobrinho de Eddie Cheever,porém, poucas chances teve na categoria principal. Nakajima avançaria GP2 e F1 antes de voltar ao Japão. Kobayashi faria mais um ano de F3 antes de subir para a GP2, enquanto Summerton até hoje busca onde correr. Moreau corre de Le Mans Series.

De forma curiosa, Paul Di Resta nunca se conformou por ter ido ao DTM. O escocês caiu na velha história de ficar mais próximo da Mercedes (e da McLaren), mas não recebeu nenhuma chance na F1 até 2009, quando participou de um treino dos novatos pela Force India depois de muito insistir por uma chance. O britânico foi bem, ganhou a vaga de piloto reserva e, hoje, é novato na categoria em que o antigo rival é o atual campeão.

8 comentários sobre “Temporadas para sempre: F3 Euro Series 2006

  1. Olá bom dia. Foge do post mas muito pouco… Olhando essa lista de pilotos reunidos aqui é de se pensar no tanto que o Bruno Senna deve ser BOM.
    Porque enquanto essa renca toda já tava se digladiando por aí o cara ainda dava os primeiros passos na F-3 e querendo ou não, se está atrás de alguns no cenário atual, também está na frente de vários …
    Infelizmente aqueles anos sem correr e o cenário atual não o favoreceram, mas só do cara estar no meio desse povo todo que respira automobilismo desde que largou as fraldas é um indicativo e tanto

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    1. Só uma correção, em 2006 o Bruno Senna estava no segundo ano de F3 da carreira e terceiro de automobilismo. Não era mais primeiros passos.
      Vettel, Di Resta e Kobayashi, por exemplo, estavam no quarto de automobilismo, sendo o japonês estreante na F3.

      Não que isso tire o mérito do brasileiro, de forma alguma. Mas ele também não era um coitadinho sem oportunidades.

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  2. sinceramente o vettel pela máquina que tem vai pulverizar todo mundo,mais como vimos no canadá sobre pressão o homem ainda erra,ele é um bom piloto só isso mais vimos nas disputas com o webber as coisa ficaram ruims para o seu lado.

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  3. O título fez com que Di Resta fosse levado ao DTM pela Mercedes, onde conquistaria o título em 2010, antes de estrear pela Force India na F1.

    O grande problema na carreira do Di Resta foi GRANA. Enquanto o Vettel tinha o super programa de formação de jovens pilotos da Red Bull por trás arrumando vagas na BMW como piloto de testes e uma vaga asseguradíssima na Toro Rosso, o Di Resta teve que optar pela DTM por que ele foi solamente bancado pelo pai.

    O Di Resta só se acertou na F1 por que encontrou um empresário bão pela frente, o pai do Hamilton, o Anthony.

    A esperança é que a fidelidade dele a Mercedes renda bons frutos no futuro como provável piloto Mercedes, por que ele tem talento e cabeça boa.

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  4. Bah, Felipe, ainda não parei para ler o texto – final de semestre e talz -, mas como ajudei – ainda que um pouquinho^^ – com as referências bibliográficas para o texto, gostaria de satisfazer uma dúvida: o que é aquele tubo do lado direito dos carros?

    Já o vi World Series, F3s, Auto GP, mas minha ignorância não me permite saber exatamente sua utilidade

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  5. Muito boa a história. Serve bem pra mostrar que o Vettel não é nenhum monstro. E que essa geração no geral é muito boa, eu particularmente acho mil vezes mais forte do que os grids atuais de F3, World Series e ate GP2.

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  6. Quantas páginas de Word esse texto deu?

    No mais, não conhecia muito desta temporada. Achava que a disputa tinha sido mais renhida entre o Di Resta e o Vettel. Pelo visto, muita gente andou bem pra caramba.

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    1. chegou na quinta, mas foi ali no início dela somente heh

      O que deu trabalho nesse texto é que ele precisava ser coerente. Então eu coloquei muita informação, mas tive que cortar muita coisa e linkar outras para que saísse algo que desse para ler e não ficasse com cara de relatório somente.

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