Algo que sobrou do carro de Justin Allgaier
Carro de Justin Allgaier destruído. Aliás, carro?

Muita gente reclama da duração das provas da Nascar, afinal 500 milhas, que chegam a mais de quatro horas de duração não é para qualquer um. E a qualidade de algumas provas ainda faz o tempo passar mais devagar. E, em se tratando de Pocono, Michigan ou Auto Club, vale a piada do rapaz com um dia de vida e foi aconselhado pelo médico a assistir ao GP da Hungria de F1 – e para o turismo americano conta as pistas citadas antes – para que tenha a impressão que resistiu mais.

Mas provas com essa distância ganham outra característica. Os pilotos que se envolvem em acidentes no início da corrida podem levar o que sobrou para a garagem, consertar o carro e retornar à pista para somar o maior número de pontos possíveis.

Para quem não acompanha as provas frequentemente, a imagem de carros semi-destruídos rodando na pista, impressiona. Só que às vezes, as equipes acabam exagerando, colocando de volta na pista verdadeiros protótipos, que merecem medalha só por funcionarem. É esse o caso da foto acima, de Justin Allgaier, da Penske, na Nascar Nationwide Series no final da temporada 2009.

Aí fica a pergunta: é seguro um carro desses rodar? E no caso de Allgaier, a situação ainda é mais incrível. Não da para saber de que montadora se trata, tampouco ver algum patrocinador ali. E para quem paga, pode pedir o dinheiro de volta depois?