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Guia da Nascar Nationwide Series 2013

fevereiro 12, 2013
Quem vai terminar o ano com a taça de campeão da Nationwide?

Quem vai terminar o ano com a taça de campeão da Nationwide?

Das três principais divisões da Nascar, acho a Nationwide a mais sem graça, principalmente por causa da presença massiva de pilotos da Sprint Cup. Basta ver a corrida deste sábado, dia 23, em Daytona, onde o atual campeão da divisão principal – Brad Keselowski – dividiu a pista com um bando de novatos como Juan Carlos Blum, Alex Bowman e Hal Martin.

Em um primeiro momento, até parece algo legal, e a própria Nascar defende essa mistura ao dizer que é uma oportunidade de os estreantes aprenderem com os melhores pilotos da categoria. Porém, a verdade é que isso destrói qualquer tipo de competitividade. Antes mesmo de as corridas começarem, já sabemos quem vai ganhar. A menos que aconteça algum acidente ou problema mecânico, será um piloto da Sprint Cup que vai comemorar no Victory Lane. Basta ver as nove vitórias de Joey Logano – que nem é um piloto top ainda – no ano passado para comprovar.

Por isso, as equipes entenderam que a única chance de terem sucesso na Nationwide é apostar em veteranos. Assim, desde que a Nascar obrigou os pilotos a somarem pontos em apenas um campeonato, no início de 2011, os times de ponta tem mesclado jovens talentos com nomes que não deram certo na Cup para continuarem com chances de lutar por vitórias e pela taça.

Em 2013, não será diferente. Antes famosíssima por dar chances a jovens pilotos, a equipe de Joe Gibbs investiu pesado para o novo campeonato. Trouxe Elliott Sadler, que estava na RCR, e Brian Vickers para comandar seus carros. Além disso, o time também terá Kyle Busch (que não soma pontos na Nationwide) nas etapas em que as duas principais divisões da Nascar dividirem a mesma pista.

Outra equipe que seguiu a aposta em um veterano foi a JR Motorsports. Desde que perdeu Aric Almirola, Dale Earnhardt Jr. já afirmava que precisava de alguém com experiência na Cup para ter sucesso na Nationwide. Depois de conseguir poucos resultados com os inexperientes Danica Patrick e Cole Whitt no ano passado, a equipe acertou com Regan Smith, que perdeu a vaga na Nascar para Kurt Busch.

É complicado nãover o carro de Travis Pastrana na pista

É complicado nãover o carro de Travis Pastrana na pista

Até mesmo os times menores abusam dos veteranos. A Key Motosport – conhecida por inscrever quatro carros, sendo que três fazem o start-and-park para que um possa correr – terá Reed Sorenson neste ano. Já a JD segue apostando em Mike Wallace, como já havia acontecido nas últimas temporadas.

A lista de pilotos experientes ainda conta com quem tenta dar os primeiros passos na Sprint Cup. A Penske, por exemplo, mais uma vez terá Sam Hornish Jr. O megacampeão da Indy ainda não conseguiu se firmar correndo com carros de turismo e pelo segundo ano consecutivo vai brigar pelo título da Nationwide. No ano passado, ele até que foi bem e em um breve momento pareceu que ia ser um candidato real, mas acabou ficando para trás nas etapas decisivas.

Outro que tenta se firmar na categoria principal, mas competirá na divisão de acesso neste ano é Trevor Bayne. Desde 2011 o americano compete apenas em algumas provas da Sprint Cup pela equipe Wood Brothers, que não tem orçamento para participar da temporada completa. Nesse tempo, ele conseguiu alguns bons resultados – como a vitória na Daytona 500 –, mas também viu Ricky Stenhouse Jr ganhar espaço na Roush-Fenway e assumir a vaga aberta por Matt Kenseth após dois títulos na Nationwide.

É justamente apostando em repetir o companheiro de equipe, que Bayne assume o carro número 6 da Roush-Fenway neste ano e começa a divisão de acesso como um dos favoritos ao título.

Também forte candidato a terminar com a taça é Austin Dillon. Mesmo sendo novato, o neto de Richard Childress brigou pelo título na temporada passada e agora, mais experiente, tem todas as condições de fechar o ano na primeira colocação.

Brian Scott tem a chance de deixar de ser uma eterna promessa da Nascar

Brian Scott tem a chance de deixar de ser uma eterna promessa da Nascar

Há ainda dois pilotos que já estão há algum tempo na categoria e precisam correr contra o tempo para fugirem do estigma de eterna promessa. Falo de Brian Scott e Justin Allgaier. No ano passado, Scott começou o campeonato falando que precisava terminar todas as corridas na oitava colocação se quisesse ser campeão. Apesar disso, fechou apenas 11 das 33 etapas entre os dez primeiros e acumulou sete abandonos, o que o relegou à nona posição na tabela, atrás de Mike Bliss, da fraca TriStar, por exemplo.

Allgaier, por sua vez, foi um pouco melhor e completou 2012 em sexto. No entanto, é pouco para quem havia sido terceiro três anos atrás e surgiu como uma das grandes esperanças da Penske para o futuro. ao ser campeão da Arca em uma geração que também contou com Ricky Stenhouse Jr, Scott Speed e… John Wes Townley.

Nesse duelo de quase veteranos, é claro que ainda é cedo para falar qualquer coisa, mas Scott tem mais chance de chegar à Sprint Cup. Isso porque além de ele competir com um equipamento melhor – RCR – ainda conta com um grande apoio financeiro da família. Outro piloto que está em uma situação semelhante é Michael Annett, da RPM.

Apesar do patrocínio familiar da rede de restaurantes Pilot, Annett foi uma das gratas surpresas da Nationwide em 2012, quando somou 17 top-10 e o quinto lugar na tabela de pontos. Um melhor desempenho neste ano, e a dificuldade do time de Richard Petty em arrumar investidores para Aric Almirola pode significar uma chance na categoria de cima em breve.

Nelsinho Piquet tem chances apenas em circuitos mistos praticamente

Nelsinho Piquet tem chances apenas em circuitos mistos praticamente

Agora que todos os possíveis candidatos ao título foram apresentados, vamos falar a verdade, o grande atrativo da Nationwide em 2013, ao menos para nós brasileiros, é a presença de Nelsinho Piquet. O ex-piloto de F1 renovou o contrato com a Turner para disputar a divisão de acesso pelo mesmo time que venceu duas corridas na Truck Series no ano passado.

Só que a situação é bastante diferente neste ano. Tirando as etapas em circuito misto, onde pode ser considerado um dos favoritos, Nelsinho não deve ter muitas chances de bons resultados. O problema é que o equipamento da Turner não é de ponta, e o brasileiro já começa o ano atrás dos adversários. Isso sem falar em toda a inexperiência na categoria.

Um bom parâmetro para Nelsinho já seria terminar na frente na disputa de Novato do Ano contra o badalado Kyle Larson – atual campeão de Nascar East e também da Turner –, Alex Bowman e Travis Pastrana, além de Parker Kligerman, que apesar de não ser um novato na categoria também está fazendo a transição da Truck Series nesta temporada.

Kyle Larson é um cara legal. Aí está ele levado um pedaço do carro batido para passear

Kyle Larson é um cara legal. Aí está ele levado um pedaço do carro batido para passear

No geral, fazia tempo que a Nationwide não tinha um grid com tanta qualidade. Apesar disso, o que deve acontecer em 2013 são batalhas separadas. Um duelo na parte da frente entre os pilotos da Sprint Cup, um mais atrás contando com os veteranos da categoria e um com os novatos. O que é pior para os menos experientes, que podem não alcançar os resultados esperados pelos patrocinadores/donos de equipe e sendo obrigados a voltarem para casa mais cedo.

Um último destaque da Nationwide neste ano é a estreia do Camaro como carro da Chevrolet. Acho que geralmente os modelos dessa montadora não têm a mesma personalidade que as adversárias, então essa é uma boa chance de mudar isso.

Indo à parte burocrática: clique aqui para ver a lista de pilotos confirmados. As especificações técnicas estão aqui e o calendário de provas pode ser encontrado aqui.

P.S.2: Clique aqui para ver o guia da Nascar Camping World Truck Series

P.S.3: O jogo do Ho-Pin Tung na F1 pode ser encontrado aqui. Dica: antes de clicar, desligue o som se você estiver no trabalho.

Todo mundo merece uma segunda chance

maio 29, 2012

Brian Scott já venceu em Dover pela Truck Series. Agora ele terá a chance de repetir a façanha

Se já não bastasse lidar com a presença dos pilotos da Sprint Cup, Nelsinho Piquet e Miguel Paludo terão um novo adversário na etapa de Dover da Truck Series, marcada para esta sexta-feira, dia 1º: Brian Scott.

O americano de 24 anos, que disputa a temporada da Nationwide de forma integral pela equipe de Joe Gibbs, vai correr na Milha Monstro para o time de Kyle Busch, no poderoso truck de número 18. A escolha, na realidade, não foi por acaso, pois os dois pilotos já se encontraram em algumas oportunidades no passado.

Para começar, quando Buschinho resolveu montar a equipe na Truck Series ele comprou a sede e os caminhões da Xpress Motorsport, equipe pela qual Scott correu na categoria e tinha o pai do piloto como um dos sócios.

Outra coisa que os dois têm em comum é o patrocinador. Tanto Scott quanto a equipe de Kyle Busch são patrocinados pela Dollar General. Então, a escolha de Brian para disputar a etapa de Dover agradou o principal investidor do time, embora o piloto vá correr com as cores de outra empresa neste final de semana.

O último fator é que a única vitória do garoto na Nascar aconteceu justamente em Dover. Em 2009, Brian Scott disputava de forma integral a Truck Series e era considerado um dos favoritos ao título devido ao bom desempenho nas últimas etapas do ano anterior. No entanto, o piloto não foi capaz de parar o sempre favorito Ron Hornaday e terminou o ano somente com a sétima colocação na classificação. Ainda assim, triunfou justamente em Dover, onde havia largado em terceiro.

Brian Scott em uma típica apresentação em 2012…

Por fim, há mais uma coisa em comum entre Kyle Busch e Brian Scott. Os dois buscam recuperação em 2012, e a etapa de Dover é uma oportunidade perfeita para ambos darem a volta por cima.

Sem o chefe pilotando, a equipe de Busch tem enfrentado dificuldade na Truck Series. Em cinco etapas em 2012, Jason Leffler havia conquistado um top-5 e dois top-10, ocupando apenas uma horrorosa 17ª posição na tabela. Mesmo com experiência na Sprint Cup, o piloto está atrás de nomes como John King, Cale Gale e Dakoda Armstrong.

Scott, por sua vez, começou o ano falando em lutar pelo título da Nationwide. No programa feito pela ESPN americana para abrir a temporada de 2012 da divisão de acesso, o piloto era entrevistado e afirmava que precisava terminar as corridas com a oitava colocação em média para ficar com o título, por isso não estava preocupado em vencer e, na verdade, estava bastante confiante.

Após 11 etapas, é difícil pensar como a situação pudesse estar pior para o piloto. A média de suas colocações finais é um péssimo 23,6, muito distante do oitavo posto tido como objetivo. Assim, Scott ocupa a 13ª colocação na tabela (atrás de Danica Patrick, Joe Nemechek, Tayler Malsam e Mike Wallace). Tudo isso é resultado de cinco abandonos e de alguns acidentes.

Aliás, o desempenho pífio de Scott tem chamado a atenção dos outros pilotos. Na última etapa, em Charlotte, após mais um acidente do carro de número 11, Scott Speed (!!!) comentou no Twitter algo como “Nossa, o número 11 bateu de novo? DEVE haver um recorde para isso”.

Assim, a corrida de Dover acaba ganhando importância extra para esses dois personagens. Enquanto Brian Scott precisa voltar a focar nas corridas e ganhar confiança para não ficar marcado como uma eterna promessa do esporte, a equipe de Kyle Busch precisa mostrar o quanto antes que pode vencer com qualquer piloto e não depende apenas do chefe para terminar no Victory Lane.

Guia da Nascar Nationwide Series 2011

fevereiro 16, 2011

 

Travis Pastrana

A participação de Travis Pastrana é um atrativo a mais na Nationwide em 2011. Ele so estreia em julho, em Indianápolis

Dando prosseguimento aos guias das três grandes divisões da Nascar, por conta da abertura da temporada 2011, hoje é a vez da Nascar Nationwide Series, a principal categoria de acesso à Sprint Cup. Ou não.

Digo isso sem clebermachadismo. A Nationwide realmente foi criada em 1982 para servir como categoria de base para a Sprint Cup, no entanto, nos últimos anos, isso deixou de acontecer. Como os pilotos da divisão principal ‘desciam’ à Nationwide, as jovens promessas ficavam sem onde correr. O cúmulo aconteceu em 2007, quando mais da metade do grid de algumas corridas dvisão de acesso correspondiam a pilotos da Sprint Cup. A partir daí, a Nascar resolveu intervir e limitar essa participação.

No ano passado, a discussão ganhou força e a queda de braço entre promotores de provas e patrocinadores – favoráveis à presença massiva de pilotos da Sprint – e a Nascar acabou. A partir de 2011, quem quisesse participar da Nascar, em qualquer divisão, tinha que especificar na hora de fazer a inscrição para qual campeonato estará competindo. E somente no certame escolhido é que o piloto irá pontuar. Isso, entretanto, não quer dizer que ele nao possa competir em outras divisões, só não irá marcar pontos.

Essa decisão afugentou os pilotos da Sprint de certa forma. Como só Carl Edwards e Brad Keselowski pretendiam fazer a temporada toda, acabou que nesse aspecto não fez tanta diferença. Quanto à presença de gente da divisão principal nas corridas em si, também nao houve tanta mudança. Em Daytona, por exemplo, dos 45 inscritos, dez escolharam pontuar apenas na Sprint.

A grande diferença para 2011 foi que todos os principais times da Nationwide assinaram com pelo menos um piloto para correr a temporada completa e lutar pelo campeonato. O que indiretamente diminui o número de gente vinda da Sprint, já que eles ocupariam as mesmas vagas. Só que se a ideia da Nascar era tornar a Nationwide o equivalente ao basquete ou ao futebol americano universitário, o tiro saiu pela culatra. A categoria acabou se tornando uma série B da Sprint, devido ao grande número de atletas sem emprego na divisão principal e que desceram de categoria para tentar algo competitivo.

 

Kyle Busch

O grande objetivo das mudanças da Nascar foi impedir o domínio dos pilotos da Sprint na divisão de acesso. Em especial, de Kyle Busch

O principal exemplo é Elliott Sadler, que depois de anos correndo para Robert Yates e para Ray Evernham/Richard Petty, mas sem obter bons resultados, resolveu regredir de categoria e assinar com a equipe de Kevin Harvick para ter chances de vencer corridas. Caminho semelhante ao de Joe Nemechek, só que este preferiu reativar o próprio time, que carece de bons resultados.

Sem mudar de equipe, Sam Hornish Jr continua na Penske, mas agora – sem patrocinador para a Sprint – correrá na divisão de acesso. Só que como ele também não achou investidor para a Nationwide apenas de 10 a 15 corridas estão garantidas. Em outras palavras, caso não apareça nada novo, o ex-piloto da Indy vai competir até o dinheiro acabar.

Antigo companheiro de Sadler, Reed Sorenson é mais um que desceu de divisão. Ele já havia competido na Nationwide em 2010 para substituir Brian Vickers, que estava afastado por conta de coágulos no sangue. Agora Sorenson volta com a Turner Motorsports para brigar pelo campeonato. É um dos favoritos. Para terminar os ex-Sprint resta Aric Almirola. Só que este piloto de origem cubana precisou cavar ainda mais para retomar a carreira. No ano passado, correu de Truck Series, impressionou todo mundo com o vice-campeonato e fechou com a equipe de Dale Jr para lutar pelo título da divisão de acesso. É outro com boas chances de ser campeão.

 

Trevor Bayne

Entre os (poucos) jovens pilotos da Nationwide, Trevor Bayne é o mais promissor e um dos favoritos ao título

Com os mas experientes devidamente apresentados, hora de falar das jovens promessas. É um pouco de má vontade dizer que não tem ninguém interessante. Mas o número de jovens é menor que o esperado. O principal nome é de Trevor Bayne, da Roush-Fenway, que também fará 17 provas na Sprint esse ano. Ao lado do Sorenson e Almirola ele é o grande favorito ao título. Ricky Stenhouse Jr, companheiro de Bayne, é outro bom nome para a categoria. Em 2010, o jovem começou batendo (literalmente) todos os recordes de acidentes/corridas. A marca incrivelmente era maior que 1 por prova. Depois ele melhorou conseguindo vários TOP5 e TOP10, o que lhe garantiu o emprego para esse ano. Azar de Colin Braun, que rodou para a entrada de Bayne na Roush-Fenway.

Da geração de novatos de 2010 não restaram muitos nomes. Além de Stenhouse, o outro é Brian Scott. Este, vindo da Truck Series, mostrou muito potencial dirigindo os caminhões, mas parece ainda não estar adaptado aos carros. Prova disso foi a irregularidade no ano passado. Scott vai ter a vantagem de correr para Joe Gibbs, em 2011, sendo companheiro de Kyle Busch e Joey Logano naquele que é considerado o melhor equipamento da categoria.

Com equipamento inferior, mas rapidamente adaptado à Nationwide está Justin Allgaier. O ex-piloto da Penske foi sacado do time para a entrada de Hornish. Agora, na Turner, espera dar a volta por cima e conseguir o título correndo contra a antiga equipe. Também bastante irregular pela pouca idade, é nesse quesito que peca para ser considerado um favorito.

Companheiro de Allgaier, Jason Leffler é um dos pilotos mais experientes da categoria. No entanto, os bons resultados do piloto da Califórnia estão ficando cada vez mais raros. Se ele conseguir superar isso para este campeonato, será, certamente, um bom nome na disputa. Caso contrário, apenas mais um ano para ser esquecido.

Michael Annett

Oh, Michael Annett, a vida no crime não compensa...

Para finalizar aqueles nomes que podem surpreender, ainda tem a dupla da equipe de Rusty Wallace. Steve, filho de Rusty, está cada vez mais experiente e os erros bobos de outrora ficaram para trás. Mesmo ainda cabeça quente, o jovem piloto pode estar pronto para conquistar o campeonato, apostando em uma improvável constância adquirida ao longo dos anos. Em 2011, Wallace também vai começar a trabalhar a transição para a Sprint Cup. O companheiro de equipe na Nationwide será Michael Annett, grande nome da pré-temporada da categoria. Isso porque Annett foi preso bêbado e tendo lutado contra os policiais que efetuaram a prisão. Liberado para correr, o piloto foi advertido pela Nascar: se algo se repetir até o fim do ano estará banido da categoria.

Os grandes nomes da Nationwide em 2011, no entanto, não vão participar de todas as corridas. Danica Patrick segue fazendo pouco mais de uma dezena de provas sem conflito de calendário com a Indy, enquanto Travis Pastrana competirá em sete corridas no final do ano. Os dois devem levantar a audiência, embora, quanto a resultados, não devem conseguir muita coisa.

Sobre novatos, serão dois: Jennifer Jo Cobb e Timmy Hill. Fracos, apenas. Ryan Truex deve fazer algumas corridas, mas não irá fazer a temporada toda, o que é uma pena. Assim, o irmão mais novo de Martin Truex Jr – bicampeão da Nationwide – não deve concorrer para ser o novato do ano.

Com os principais pilotos devidamente apresentados, os carros também sofreram mudanças. A Nationwide irá usar o carro padrão durante todo o ano, o que se mostra uma decisão bastante acertada. As disputas foram mais equalizadas e o visual deles é bem mais agradável que os modelos antigos. Também, com Dodge Challenger e Ford Mustang na pista…

Indo à parte burocrática: clique aqui para ver a lista de pilotos confirmados. As especificações técnicas estão aqui e o calendário de provas pode ser encontrado aqui.

P.S.: Para ver mais detalhes dos novos carros da Nationwide, clique aqui para ver um post mais antigo do blog.

P.S.2: Clique aqui para ver o guia da Nascar Camping World Truck Series.

P.S.3: O jogo do Ho-Pin Tung pode ser encontrado aqui. Dica: antes de clicar, desligue o som se você estiver no trabalho.


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